SISTEMA MUSCULAR.
O sistema muscular dos animais é
o conjunto de órgãos (músculos)
que lhes permite moverem-se, tanto externa, como internamente. O sistema
muscular dos vertebrados é
formado por três tipos de músculo: cardíaco, estriado e
liso.
Os músculos estriados são controlados pela vontade do homem, e por serem
ligados aos ossos permitem
a movimentação do corpo. Os músculos lisos são involuntários e trabalham para
movimentar os órgãos internos (exemplo: movimentos do esôfago). O músculo
cardíaco é um músculo estriado, que move o coração; no entanto, possui como
característica não estar sob qualquer controle voluntário, sendo por isso
colocado a parte. O movimento dos músculos é controlado pelo sistema nervoso.
Existem mais de 650 músculos no corpo humano. O sistema nervoso recebe
as informações do corpo e reage de acordo com elas. Facilmente se percebe que
qualquer problema ou alteração existente no corpo afeta o sistema nervoso.
Da mesma forma se queremos um corpo saudável temos de ter um sistema nervoso
saudável. E para que o nosso sistema nervoso seja saudável, há que ter um sistema
craniossacral saudável e em bom funcionamento. Desta
forma quando o sistema craniossacral funciona bem, também o sistema nervoso
funciona melhor e dessa forma todo o nosso sistema muscular funciona melhor.
MÚSCULOS.
Os músculos são os tecidos responsáveis
pelos movimentos dos animais,
tanto os movimentos voluntários, com os quais o animal interage com o meio ambiente,
como os movimentos dos seus órgãos internos, como o coração ou
o intestino.
Os músculos são constituídos por tecido muscular e
se caracterizam pela sua contratibilidade, funcionando pela contração e
extensão das suas fibras.
A contração
muscular ocorre
com a saída de um impulso
elétrico do sistema
nervoso central que
é conduzido ao músculo através de um nervo.
Esse estímulo elétrico desencadeia o potencial
de ação, que resulta na entrada de cálcio (necessário
à contração) dentro da célula,
e a saída de potássio da
mesma. Em termos científicos, as etapas são: Despolarização do sarcolema;
Estimulação do retículo sarcoplasmático; e Ação do cálcio e
de ATP,
provocando o deslizamento da actina sobre
a miosina(é
a contração
muscular). Os músculos esqueléticos ou
voluntários são os órgãos ativos do movimento, transmitindo movimento aos ossos sobre
os quais se inserem. Têm uma variedade grande de tamanho e formato, de acordo
com a sua disposição, local de origem e inserção e controlam a postura do
corpo do animal. O ser humano possui aproximadamente 639 músculos. Cada músculo
possui o seu nervo
motor, o qual se divide em várias fibras para
poder controlar todas as células do músculo, através da placa motora.
O tecido muscular estriado ou esquelético é formado por fibras musculares
cilíndricas, finas e que podem medir vários centímetros de comprimento. Os
músculos esqueléticos possuem uma coloração mais avermelhada. São também
chamados de músculos estriados, já que apresentam estriações em suas fibras
(fibrocélulas estriadas). São os responsáveis pelos movimentos voluntários;
estes músculos se inserem sobre os ossos e sobre as cartilagens e contribuem,
com a pele e o esqueleto, para formar o invólucro exterior do corpo. Existem
três tipos de músculo:

Todos
os três tipos musculares têm as seguintes características: Podem contrair-se e
encurtar, tornando-se mais tensos e duros, em resposta a um estímulo vindo do
sistema nervoso; Podem ser distendidos, aumentando o seu comprimento; Podem
retornar à forma e ao tamanho originais. A propriedade do tecido muscular de se
contrair chama-se contratilidade e a propriedade de poder ser
distendido recebe o nome de elasticidade.

QUADROS SINDRÔMICOS.
A
avaliação dos QUADROS SINDRÔMICOS é definida de acordo com a necessidade da
investigação e dificuldades apresentadas pelo paciente, não sendo um processo
estático e pré-definido, ao contrário, exige do profissional criatividade,
flexibilidade, e boa capacidade de percepção do comportamento, ou seja, o
processo de avaliação irá variar de um paciente para outro, mesmo se utilizar baterias
que coincidam. Mäder-Joaquim (2010) explica que as neurociências envolvem
vários campos de pesquisa, sendo eles a neuroanatomia, neurofisiologia,
neurobiologia, genética, neuroimagem, neurologia, neuropsicologia e
psiquiatria. O estudo das neurociências é importante na formação básica dos
profissionais da educação e saúde. Isso ocorre porque o funcionamento cerebral
está relacionado ao comportamento geral do indivíduo, seja sua atitude, sua
linguagem, sua maneira de resolver problemas, sua capacidade de autocontrole,
sua percepção das coisas. E que, portanto, essas áreas se entrelaçam e se
desenvolvem ao contribuir, umas com as outras. Da mesma forma ocorre quando, ao
avaliar um paciente, uma área da neurociência precisa da contribuição de outra
para certificar-se do diagnóstico, ou avançar no tratamento para aquele
paciente. (Lambert & Kinsley, 2006; Andrade & Santos, 2004) Gil (2007)
vai além ao dizer que exame neurológico e exame neuropsicológico são
inseparáveis, sendo que um deve confirmar o resultado do outro. É possível
surgir questionamentos. Qual é a verdadeira finalidade deste Tomo? O principal
foco, compreender o comportamento humano a partir de estudos sobre o
funcionamento do cérebro. A Neuropsicobiologia preocupa-se com a complexa
organização cerebral e suas relações com o comportamento e a cognição, tanto em
quadros de doenças como no desenvolvimento normal , estabelecendo portanto uma
relação entre Sistema nervoso central (SNC) por um lado, e funções cognitivas e
comportamento por outro. (Mäder-Joaquim, 2010; Consenza, Fuentes e
Malloy-Diniz, 2008; Andrade & Santos, 2004; Alchieri, 2004). Ao explicar a
neuropsicologia Lúria (1981) diz ser esta uma ciência que entende a
participação do cérebro como um todo no qual as áreas são interdependentes e
interrelacionadas, funcionando comparativamente a uma orquestra, que depende da
integração de seus componentes para realizar um concerto. Isso se denomina sistema
funcional. E é esse sistema funcional que é investigado na avaliação
neuropsicológica. Para Consenza, Fuentes e Malloy-Diniz (2008) a própria
neuropsicologia possui caráter multidisciplinar por apoiar-se em fundamentos
tanto da neurociência quanto da psicologia, e tem seu foco no tratamento dos
distúrbios cognitivos e do comportamento relacionados à alterações no
funcionamento do SNC. Considerando que a neuropsicologia clínica atua na
avaliação e na reabilitação do paciente com disfunções cognitivas e
comportamentais. Mäder-Joaquim (2010) considera como demanda da avaliação
neuropsicológica:
1. a quantificação e a qualificação detalhadas de alterações das funções
cognitivas, buscando diagnóstico ou detecção precoce de sintomas, tanto em
clínica quanto em pesquisa;
2. A avaliação e a reavaliação para acompanhamento dos tratamentos
cirúrgicos, medicamentosos e de reabilitação;
3. A avaliação direcionada para o tratamento, visando principalmente à
programação de reabilitação neuropsicológica;
4. A avaliação voltada para os aspectos legais, gerando informações e
documentos sobre as condições ocupacionais ou incapacidades mentais de pessoas
que sofreram algum insulto cerebral ou doença, afetando o sistema nervoso
central. (Mäder-Joaquim, 2010, pg. 51).
O
objetivo do presente Tomo é conduzir o pedagogo especialista em educação
especial e ao psicopedagogo em particular, uma base para se ampliar na atuação
da prática interpretativa dos quadros avaliativos no campo neuropsicológico
clínico, e na avaliação neuropsicológica, como contribuição para a elaboração
do diagnóstico. Firmo na posição conceitual
em que a avaliação neuropsicológica é um método de investigação das funções
cognitivas (como a atenção, percepção, memória, linguagem e raciocínio) e do
comportamento, e para tal devemos fazer o uso das técnicas de entrevista,
exames quantitativos e qualitativos. Obvio sem perder de vista o critério
multidisciplinar desse diagnóstico (a presença do médico, psicólogo, assistente
social, terapeuta, psicopedagogo, educador especial e o próprio pedagogo). Santos (2008) considera importante a
utilização de métodos auxiliares no diagnóstico neuropsicológico como uma forma
de melhorar a caracterização e o entendimento dos distúrbios comportamentais e
cognitivos relacionados ao Sistema Nervoso Central. Quanto à avaliação
neuropsicológica realizada com crianças há algumas particularidades, que se
refere à adaptação das escalas a capacidade e habilidades - cognitivas,
motoras, lingüísticas, próprias ao desenvolvimento da criança. Dessa forma os
instrumentos utilizados para avaliação neuropsicológica infantil são específicos
para esta faixa etária. Da mesma forma, o processo de avaliação exige do
profissional o conhecimento sobre desenvolvimento infantil, considerando o fato
de o desenvolvimento cerebral ter características próprias a cada faixa etária.
Portanto, dentro desse padrão de funcionamento cerebral, é importante a
elaboração de provas de acordo com o processo mturacional do cérebro. Isso requer uma recomendação ao leitor para
os estudos da Psicologia Genética. Costa e colaboradores (2004) recomendam a
avaliação neuropsicológica infantil em qualquer caso onde exista suspeita de
dificuldade cognitiva ou comportamental de origem neurológica. A avaliação pode
auxiliar no diagnóstico e tratamento de diversas enfermidades neurológicas,
problemas de desenvolvimento infantil, comprometimentos psiquiátricos,
alterações de conduta, entre outros. A contribuição deste exame na criança é
extensiva ao processo de ensino aprendizagem, pois nos permite estabelecer
algumas relações entre as funções corticais superiores, como a linguagem, a
atenção e a memória, e a aprendizagem simbólica (conceitos, escrita, leitura,
etc.). O modelo neuropsicológico das dificuldades da aprendizagem busca reunir
uma amostra de funções mentais superiores envolvidas na aprendizagem simbólica,
as quais estão, obviamente, correlacionadas com a organização funcional do
cérebro. Sem essa condição, a aprendizagem não se processa normalmente, e,
neste caso, podemos nos deparar com uma disfunção ou lesão cerebral. (Costa e
colaboradores, 2004). Ao fornecer
subsídios para investigar a compreensão do funcionamento intelectual da
criança, o Neuropsicobiólogo ou Neurocientista pode contribuir com
profissionais diversos, (médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos)
proporcionando a esses profissionais uma intervenção terapêutica mais
eficiente. A prática da hermenêutica das síndromes será alvo no futuro de uma
outra obra acadêmica.
Psicologia e
Genética: Causa o Comportamento.
A
genética comportamental é uma disciplina científica que estuda os mecanismos
genéticos e neurobiológicos envolvidos em diversos comportamentos animais e
humanos. Podemos caracterizá-la como uma área de intersecção entre a genética e
as ciências de comportamento. A engenharia genética forneceu as ferramentas
necessárias ao estudo do comportamento associado à genética molecular. Isto
permite que, progressivamente, possamos avançar na identificação de genes
capazes de modular certos comportamentos, e de entender como estes genes
interagem com o ambiente na formação de traços normais e patológicos da
personalidade humana. O impacto dessa área de conhecimento na Psicologia é
tremendo. Estamos vivendo uma verdadeira revolução no entendimento das causas
do comportamento. No entanto, a Psicologia, particularmente aqui no Brasil,
parece desconhecer estes avanços. Um conjunto de premissas teóricas e
metodológicas que podemos chamar de “modelo padrão de causalidade do
desenvolvimento da personalidade” exerce um efeito profundo sobre a população
leiga e, infelizmente, na maioria dos profissionais em psicologia. A expressão
“efeito paradigma” cunhada pelo cientista social Joel Barker aplica-se neste
caso- o paradigma tradicional filtra a percepção de modo a impedir a emergência
de um novo paradigma.
CÉREBRO.
O cérebro é o principal órgão e centro do sistema nervoso em todos os animais vertebrados, e em muitos invertebrados. Alguns animais primitivos como os celenterados e equinodermes como a estrela-do-mar possuem um sistemas nervoso descentralizado sem cérebro,
enquanto as esponjas não possuem sistema nervoso. Nos vertebrados o cérebro
localiza-se na cabeça protegido pelo *crânio, próximo aos aparatos sensoriais primários:
VISÃO – Percepção visual, no sentido da psicologia e das ciências cognitivas é uma de várias formas de percepção associadas aos sentidos. É o produto final da visão consistindo na habilidade de detectar a luz e interpretar (ver) as consequências do estímulo
luminoso, do ponto de vista estético e lógico. Na estética, entende-se por percepção visual um conhecimento teórico,
descritivo, relacionado à forma e suas expressões sensoriais. Um tipo de talento, uma característica desenvolvida como uma habilidade de
um escultor ou pintor que diferencia os pontos relevantes e não-relevantes
de sua obra. Para que depois de pronta - em uma análise mais detalhada - possa
explicar os atributos ali contidos.
AUDIÇÃO – A audição do
latim auditione é um dos cinco sentidos dos animais. É a capacidade de
percepcionar o som. O órgão responsável pela audição é o ouvido, capaz de captar
sons até uma determinada distância, dependendo da sua intensidade ou nível de
pressão sonora.
CURIOSIDADE
CIENTIFICA I.
Consumo
regular de analgésicos leva a perda auditiva
Duas ou mais doses semanais de aspirina, acetaminofen e ibuprofeno
aumentaram o risco em homens mais jovens. O uso de acetaminofen chegou a
aumentar em 99% o risco de problemas de audição, segundo estudo que incluiu 26
mil homens. Um estudo norte-americano que acompanhou 26 mil homens por 18 anos
mostra que o uso regular de aspirina, acetaminofen (substância ativa de
analgésicos como o Tylenol) e anti-inflamatórios não esteroides (como o
ibuprofeno) aumenta o risco de perda auditiva, especialmente nos homens com
menos de 60 anos. Os autores apontam que o consumo regular (duas ou mais vezes
por semana) de acetaminofen aumenta em 99% o risco de deficiência auditiva em
homens com menos de 50 anos e em 38% em homens entre 50 e 59. A partir dos 60
anos, o risco cai para 16%. "A relação entre o acetaminofen e a perda
auditiva nunca havia sido estudada", disse Sharon Curhan, do Brigham and
Women's Hospital, a principal autora do estudo. Entre os que usam regularmente
aspirina, o risco de perda auditiva foi 33% maior para homens abaixo dos 59
anos. Não foi observado aumento de risco nos participantes com mais de 60 anos.
O uso regular de aspirina, que diminui o risco de formação de coágulos, é
indicado na prevenção de doenças cardiovasculares. Quanto aos anti-inflamatórios não esteroides,
o risco foi 61% maior para homens abaixo dos 50 anos, 32% maior para a faixa
entre 50 e 59 anos e 16% para os com 60 anos ou mais. "Os efeitos
ototóxicos(que agridem o aparelho auditivo) de altas doses de aspirina estão
bem documentados e há suspeitas de que altas doses de anti-inflamatórios não
esteroides causem danos auditivos. Nós investigamos o uso regular de doses
moderadas desses analgésicos. É o maior estudo prospectivo mostrando essa
relação", diz Curhan. Os pesquisadores fizeram ajustes para fatores que
pudessem distorcer os resultados, como alcoolismo, tabagismo, doenças
cardiovasculares, hipertensão e uso de outros tipos de medicamento com efeitos
comprovados na audição. O trabalho, que acaba de ser publicado na edição de
março do "American Journal of Medicine", foi realizado por pesquisadores
das universidades Harvard e Vanderbilt, do Brigham and Women's Hospital e da
Massachusetts Eye and Ear Infirmary, em Boston. A perda auditiva é considerada
a desordem sensorial mais comum nos EUA. Estima-se que afete 10% da população
geral e pelo menos metade da população com mais de 65 anos. "Não temos
números precisos no Brasil, mas provavelmente a situação aqui é igual ou maior.
Os distúrbios auditivos são um problema de saúde pública", afirma o
otorrinolaringologista Marcelo Ribeiro de Toledo Piza, diretor da Associação
Brasileira de Otorrinolaringologia. "A deficiência auditiva afeta a
capacidade de comunicação, reduz a autonomia e pode levar ao isolamento social
e à depressão", completa Curhan.
EQUILÍBRIO – Equilíbrio
postural é a manutenção da posição de equilíbrio (estático ou mecânico) do
corpo de um animal. Nos vertebrados, o equilíbrio postural é controlado por
vários receptores sensoriais. No homem, atuam no equilíbrio os olhos, o sistema
vestibular do ouvido interno e os proprioceptores localizados nas articulações
e nos músculos. Daqui resulta que afecções em qualquer um desses orgãos podem
levar a transtornos no equilíbrio(Kirkwood, Renata "Treinamento do
Equilíbrio" slides no site do Grupo de Estudos da Marcha da Universidade
Federal de Minas Gerais (Brasil) acessado a 22 de agosto de 2012) – ANEXO AO
SUBCAPÍTULO –
PALADAR – O paladar ou gustação é um dos cinco sentidos dos
animais. É a capacidade de reconhecer os gostos de substâncias colocadas sobre
a língua. Na língua, existem as papilas gustativas que reconhecem substâncias
do gosto e enviam a informação ao cérebro. Mas o tecto da boca (o palato)
também é sensível aos gostos. Existem cinco sabores bem aceitos: o amargo, o
ácido, o salgado, o doce e o umami, e há o debate se também há os sabores de
ácidos graxos e cálcio. A língua também possui terminações nervosas livres que,
quando em contato com substâncias como a capsaicina, percebem os compostos
químicos. Ao conjunto das sensações de gosto e aroma dá-se o nome de sabor. É
por isso que, quando estamos resfriados, a comida nos parece sem sabor, embora
o seu paladar continue presente. As substâncias do gosto se ligam (aminoácidos
e adoçantes) ou penetram (íon hidrogênio e íon sódio) na célula sensorial
desencadeando um processo que resulta na liberação de neurotransmissores. Os
padrões de sinais gerados e transmitidos até o cérebro a partir da liberação
desses neurotransmissores permitem a identificação do tipo de gosto. Os
receptores envolvidos neste sentido são células que se agrupam nas chamadas
papilas gustativas. As papilas gustativas se espalham em concentrações
diferentes por toda a língua, e estão presentes, ainda que em menor número, até
no céu da boca, garganta, esôfago e nariz; suas concentrações variam consideravelmente
de indivíduo para indivíduo. Isso significa que, ao contrário da lenda popular,
a língua percebe sabores diferentes de forma razoavelmente igual por toda a sua
extensão. Quando determinada substância não provoca reações sensitivas nos órgãos
do paladar, diz-se que é insípida.
OLFATO – O olfato,
chamado faro nos animais, é um dos cinco sentidos básicos e refere-se à
capacidade de captar odores com o sistema olfativo. No homem e demais animais
superiores, o órgão olfativo se forma a partir de um espessamento epidérmico
situado na região etmoidiana do crânio, a neurorecepção somente será ativada
após as moléculas das substâncias odoríferas serem dissolvidas no muco que
recobre a membrana pituitária.
Disfunções olfativas. As principais disfunções olfativas são: Anosmia
(ou anodmia) perda ou diminuição drástica do olfato; Cacosmia alucinação
olfativa transitória, onde o indivíduo percebe cheiros desagradáveis; Antosmia
espécie de cacosmia, onde dá-se a percepção de cheiros (bons ou ruins), sem
estímulo efetivo do olfato; Hiperosmia excitação exagerada e anormal do olfato;
Parosmia perversão do olfato.





Os cérebros podem ser extremamente complexos. O cérebro
humano contém cerca de
100 bilhões de neurônios, ligados por mais de 10.000 conexões sinápticas cada. Esses neurônios comunicam-se por meio de fibras
protoplasmáticas chamadas axônio, que conduzem pulsos em sinais chamados potencial de ação para partes distantes do cérebro e do corpo e as
encaminham para serem recebidas por células específicas. Nem todos os comportamentos precisam de um
cérebro. Mesmo organismos unicelulares são capazes de extrair informação do
ambiente e responderem de acordo. As esponjas, às quais falta um sistema
nervoso central, são capazes de coordenar suas contrações corporais, e até
mesmo de se locomoverem. Nos vertebrados, a própria coluna vertebral contém
circuitos neurais capazes de gerar respostas reflexas, assim como padrões
motores simples, como nadar ou andar. Entretanto, o controle sofisticado do
comportamento, baseado em um sistema sensorial complexo requer a capacidade de
integração de informações de um cérebro centralizado. Apesar do rápido avanço científico, muito do funcionamento do cérebro
continua um mistério. As operações individuais de neurônios e sinapses hoje são
compreendidas com detalhamento considerável, mas o modo como eles cooperam em
grupos de milhares ou milhões tem sido difícil de decifrar. Métodos de
observação como registros de EEG e
imageamento funcional cerebral mostram que as operações cerebrais são altamente
organizadas, mas estes métodos não têm resolução suficiente para revelar a
atividade de neurônios individualmente. Assim, mesmo os princípios mais
fundamentais das redes de computação neural podem ficar, em grande medida, a
serem descobertos por futuros pesquisadores. Citados por(...) Gehring,
Wj (2005) New Perspectives on Eye Development and the Evolution
of Eyes and Photoreceptors: The Evolution of Eyes and Brain, J Heredity (acessado em
26-04-2008); Nickel,M; Vitello, M;
Brümmer, F. (2002). "Dynamics and cellular movements in the locomotion of
the sponge Tethya wilhelma". Integr Comp Biol 42:
1285. Grillner, S; Hellgren J,
Ménard A, Saitoh K, Wikström MA. (2005). "Mechanisms for selection of
basic motor programs—roles for the striatum and pallidum.". Trends
Neurosci 28: 364–70. DOI:10.1016/j.tins.2005.05.004. PMID 15935487. van Hemmen, JL; Sejnowski TJ. . [S.l.]: Oxford
University Press, 2005. ISBN 9780195148220.

*Crânio.

O crânio é um invólucro de tecidos mais ou menos rígidos que, nos animais do clade Craniata (a que pertencem os vertebrados e outros de filogenia próxima), envolve o cérebro, os órgãos do olfacto, da visão, o ouvido interno e serve de suporte aos órgãos externos dos aparelhos respiratório e digestivo. Pode considerar-se formado por duas partes principais
que, aparentemente correspondem a duas etapas da evolução:
A CAIXA CRANIANA OU NEUROCRÂNIO – A PARTE QUE ENVOLVE O CÉREBRO E OS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS (COM EXCEPÇÃO DO PALADAR); E O MACIÇO FRONTAL, ESPLANCNOCRÂNIO OU BRANCHIOCRANIO – A PARTE QUE SUPORTA A BOCA E O APARELHO BRANQUIAL.




O termo chimpanzé aplica-se aos primatas do gênero Pan, da família Hominidae, subfamília Homininae, com duas espécies conhecidas: os chimpanzés-comuns (Pan troglodytes) e bonobos (Pan paniscus). Estudos apontam que os chimpanzés
são parentes próximos dos seres
humanos na evolução;
eles se separaram do tronco do ancestral
comum por volta de 4 a 7
milhões de anos atrás, e ambas as espécies compartilham 98-99,4% de DNA. Como o homem, o chimpanzé consegue reconhecer a própria imagem no espelho, (capacidade que poucos animais apresentam). Também são capazes de aprender certos tipos de linguagens, como a dos sinais. Devido à
destruição do seu habitat e à caça ilegal de chimpanzés pelo mercado de carne e de animais, pensa-se que
restam apenas 150.000 chimpanzés nos bosques e florestas da África
Central e Ocidental. Estima-se que no início do século XX havia
aproximadamente dois milhões.
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Distribuição
geográfica.
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![]()
Mapa de distribuição do chimpanzé
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O chimpanzé-comum (Nome científico: Pan
troglodytes) é uma das duas espécies de chimpanzés que vivem no continete
africano. Chegam a medir até 1,7 metros de altura quando eretos e pesam cerca
de 70 kg.

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Distribuição geográfica
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![]()
Mapa de distribuição das quatro subespécies de
chimpanzé-comum: 1. Pan troglodytes verus. 2. P. t. vellerosus. 3. P. t. troglodytes. 4. P. t. schweinfurthii.
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SISTEMA LOCOMOTOR.
O sistema locomotor é responsável pelas funções do movimento, locomoção e deslocamento dos seres
vivos. DEFICIÊNCIAS nessas funções podem acarretar graves problemas de
mobilidade individual. O conjunto de ossos, músculos e elementos das
articulações compreende a locomoção na espécie humana. O sistema esquelético
sustenta, protege os órgãos internos, armazenam minerais e íons e produz
células sanguíneas. O crânio é a estrutura mais complexa do esqueleto,
compreendendo o neurocrânio, que protege o encéfalo, e o esplancnocrânio, que
forma a face. A coluna vertebral sustenta o corpo, é constituída por 33
vértebras que se alternam com discos intervertebrais permitindo flexibilidade
ao tronco. Um osso pode ligar-se a outro osso ou a outros ossos através das
articulações. Variam no tamanho e na forma: longos (com o comprimento maior que
a largura e a espessura, como o úmero e o fêmur), planos ou chatos (finos e
achatados, como grande parte dos ossos do crânio e as costelas), curtos (com as
três dimensões aproximadamente iguais, como os do carpo e os do tarso),
irregulares (como as vértebras). Os músculos, tendões e ossos produzem diversos
tipos de movimentos através do trabalho que realizam em conjunto nos pontos onde existem
articulações. Os músculos são
constituídos pelas fibras musculares, células alongadas ricas em miofibrilas de
proteínas, responsáveis pela contração muscular.
Ao se contrair, o músculo ocasiona o movimento
do corpo ou de órgãos internos. Os músculos apresentam-se em três tipos:
estriado esquelético (ligado ao esqueleto e com contração voluntária), liso
(encontrado na parede dos órgãos ocos, apresenta contração involuntária),
estriado cardíaco (possui fibras de contração involuntária). O sistema locomotor, ou sistema esquelético,
sustenta e protege os órgãos internos, armazena minerais e íons e produz
células sanguíneas. O crânio é a estrutura mais complexa do esqueleto, sendo
este constituído por 22 ossos nele está compreendendo o neurocrânio, que
protege o encéfalo, e o bobnocrânio, que forma a face. A coluna vertebral sustenta o corpo, é constituída por 33 vértebras que se
alternam com discos intervertebrais permitindo flexibilidade ao tronco. Um osso
pode ligar-se a outro osso ou a outros ossos através das ligações traumáticas.
Variam no tamanho e na forma: longos (com o comprimento maior que a largura e a
espessura, como o úmero e o fêmur), feios ou chatos (finos e achatados, como grande parte dos ossos do crânio e as costelas), curtos
(com as três dimensões aproximadamente iguais, como os do carpo e os do tarso), irregulares (como as vértebras). Os músculos, tendões
e ossos produzem diversos tipos de movimentos através do trabalho que realizam
em conjunto nos pontos onde existem articulações. Os músculos são constituídos pelas fibras musculares,
células alongadas ricas em miofibrilas de proteínas, responsáveis pela
contração muscular. Ao se contrair, o músculo ocasiona o movimento do corpo ou
de órgãos internos. Os músculos apresentam-se em três tipos: estriado
esquelético (ligado ao esqueleto e com contração voluntária), liso (encontrado
na parede dos órgãos ocos, apresenta contração involuntária), estriado cardíaco
(possui fibras de contração involuntária).
O sistema locomotor é responsável pelas funções do movimento, locomoção
e deslocamento dos seres vivos. O conjunto de ossos, músculos e elementos das
articulações compreende a locomoção na espécie humana. O sistema esquelético
sustenta, protege os órgãos internos, armazena minerais e íons e produz células
sanguíneas. O crânio é a estrutura mais complexa do esqueleto, compreendendo o
neurocrânio, que protege o encéfalo, e o esplancnocrânio, que forma a face. A
coluna vertebral sustenta o corpo, é constituída por 33 vértebras que se
alternam com discos intervertebrais permitindo flexibilidade ao tronco. Um osso
pode ligar-se a outro osso ou a outros ossos através das articulações. Variam
no tamanho e na forma: longos (com o comprimento maior que a largura e a
espessura, como o úmero e o fêmur), planos ou chatos (finos e achatados, como
grande parte dos ossos do crânio e as costelas), curtos (com as três dimensões
aproximadamente iguais, como os do carpo e os do tarso), irregulares (como as
vértebras). Os músculos, tendões e ossos produzem diversos tipos de movimentos
através do trabalho que realizam em conjunto nos pontos onde existem
articulações. Os músculos são constituídos pelas fibras musculares, células
alongadas ricas em miofibrilas de proteínas, responsáveis pela contração
muscular. Ao se contrair, o músculo ocasiona o movimento do corpo ou de órgãos
internos. Os músculos apresentam-se em três tipos: estriado esquelético (ligado
ao esqueleto e com contração voluntária), liso (encontrado na parede dos órgãos
ocos, apresenta contração involuntária), estriado cardíaco (possui fibras de
contração involuntária).


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