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quarta-feira, 15 de março de 2017

O sistema muscular dos animais é o conjunto de órgãos (músculos) que lhes permite moverem-se, tanto externa, como internamente.



SISTEMA MUSCULAR.
Ficheiro:Muscles anterior.pngO sistema muscular dos animais é o conjunto de órgãos (músculos) que lhes permite moverem-se, tanto externa, como internamente. O sistema muscular dos vertebrados é formado por três tipos de músculo: cardíaco, estriado e liso. Os músculos estriados são controlados pela vontade do homem, e por serem ligados aos ossos permitem a movimentação do corpo. Os músculos lisos são involuntários e trabalham para movimentar os órgãos internos (exemplo: movimentos do esôfago). O músculo cardíaco é um músculo estriado, que move o coração; no entanto, possui como característica não estar sob qualquer controle voluntário, sendo por isso colocado a parte. O movimento dos músculos é controlado pelo sistema nervoso. Existem mais de 650 músculos no corpo humano. O sistema nervoso recebe as informações do corpo e reage de acordo com elas. Facilmente se percebe que qualquer problema ou alteração existente no corpo afeta o sistema nervoso. Da mesma forma se queremos um corpo saudável temos de ter um sistema nervoso saudável. E para que o nosso sistema nervoso seja saudável, há que ter um sistema craniossacral saudável e em bom funcionamento. Desta forma quando o sistema craniossacral funciona bem, também o sistema nervoso funciona melhor e dessa forma todo o nosso sistema muscular funciona melhor.
MÚSCULOS.
Os músculos são os tecidos responsáveis pelos movimentos dos animais, tanto os movimentos voluntários, com os quais o animal interage com o meio ambiente, como os movimentos dos seus órgãos internos, como o coração ou o intestino. Os músculos são constituídos por tecido muscular e se caracterizam pela sua contratibilidade, funcionando pela contração e extensão das suas fibras. A contração muscular ocorre com a saída de um impulso elétrico do sistema nervoso central que é conduzido ao músculo através de um nervo. Esse estímulo elétrico desencadeia o potencial de ação, que resulta na entrada de cálcio (necessário à contração) dentro da célula, e a saída de potássio da mesma. Em termos científicos, as etapas são: Despolarização do sarcolema; Estimulação do retículo sarcoplasmático; e Ação do cálcio e de ATP, provocando o deslizamento da actina sobre a miosina(é a contração muscular). Os músculos esqueléticos ou voluntários são os órgãos ativos do movimento, transmitindo movimento aos ossos sobre os quais se inserem. Têm uma variedade grande de tamanho e formato, de acordo com a sua disposição, local de origem e inserção e controlam a postura do corpo do animal. O ser humano possui aproximadamente 639 músculos. Cada músculo possui o seu nervo motor, o qual se divide em várias fibras para poder controlar todas as células do músculo, através da placa motora. O tecido muscular estriado ou esquelético é formado por fibras musculares cilíndricas, finas e que podem medir vários centímetros de comprimento. Os músculos esqueléticos possuem uma coloração mais avermelhada. São também chamados de músculos estriados, já que apresentam estriações em suas fibras (fibrocélulas estriadas). São os responsáveis pelos movimentos voluntários; estes músculos se inserem sobre os ossos e sobre as cartilagens e contribuem, com a pele e o esqueleto, para formar o invólucro exterior do corpo. Existem três tipos de músculo:
Todos os três tipos musculares têm as seguintes características: Podem contrair-se e encurtar, tornando-se mais tensos e duros, em resposta a um estímulo vindo do sistema nervoso; Podem ser distendidos, aumentando o seu comprimento; Podem retornar à forma e ao tamanho originais. A propriedade do tecido muscular de se contrair chama-se contratilidade e a propriedade de poder ser distendido recebe o nome de elasticidade.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c3/Arm_muscles_front_superficial.png/250px-Arm_muscles_front_superficial.png
Musculatura: peito, ombro e braço.
QUADROS SINDRÔMICOS.
A avaliação dos QUADROS SINDRÔMICOS é definida de acordo com a necessidade da investigação e dificuldades apresentadas pelo paciente, não sendo um processo estático e pré-definido, ao contrário, exige do profissional criatividade, flexibilidade, e boa capacidade de percepção do comportamento, ou seja, o processo de avaliação irá variar de um paciente para outro, mesmo se utilizar baterias que coincidam. Mäder-Joaquim (2010) explica que as neurociências envolvem vários campos de pesquisa, sendo eles a neuroanatomia, neurofisiologia, neurobiologia, genética, neuroimagem, neurologia, neuropsicologia e psiquiatria. O estudo das neurociências é importante na formação básica dos profissionais da educação e saúde. Isso ocorre porque o funcionamento cerebral está relacionado ao comportamento geral do indivíduo, seja sua atitude, sua linguagem, sua maneira de resolver problemas, sua capacidade de autocontrole, sua percepção das coisas. E que, portanto, essas áreas se entrelaçam e se desenvolvem ao contribuir, umas com as outras. Da mesma forma ocorre quando, ao avaliar um paciente, uma área da neurociência precisa da contribuição de outra para certificar-se do diagnóstico, ou avançar no tratamento para aquele paciente. (Lambert & Kinsley, 2006; Andrade & Santos, 2004) Gil (2007) vai além ao dizer que exame neurológico e exame neuropsicológico são inseparáveis, sendo que um deve confirmar o resultado do outro. É possível surgir questionamentos. Qual é a verdadeira finalidade deste Tomo? O principal foco, compreender o comportamento humano a partir de estudos sobre o funcionamento do cérebro. A Neuropsicobiologia preocupa-se com a complexa organização cerebral e suas relações com o comportamento e a cognição, tanto em quadros de doenças como no desenvolvimento normal , estabelecendo portanto uma relação entre Sistema nervoso central (SNC) por um lado, e funções cognitivas e comportamento por outro. (Mäder-Joaquim, 2010; Consenza, Fuentes e Malloy-Diniz, 2008; Andrade & Santos, 2004; Alchieri, 2004). Ao explicar a neuropsicologia Lúria (1981) diz ser esta uma ciência que entende a participação do cérebro como um todo no qual as áreas são interdependentes e interrelacionadas, funcionando comparativamente a uma orquestra, que depende da integração de seus componentes para realizar um concerto. Isso se denomina sistema funcional. E é esse sistema funcional que é investigado na avaliação neuropsicológica. Para Consenza, Fuentes e Malloy-Diniz (2008) a própria neuropsicologia possui caráter multidisciplinar por apoiar-se em fundamentos tanto da neurociência quanto da psicologia, e tem seu foco no tratamento dos distúrbios cognitivos e do comportamento relacionados à alterações no funcionamento do SNC. Considerando que a neuropsicologia clínica atua na avaliação e na reabilitação do paciente com disfunções cognitivas e comportamentais. Mäder-Joaquim (2010) considera como demanda da avaliação neuropsicológica:

1. a quantificação e a qualificação detalhadas de alterações das funções cognitivas, buscando diagnóstico ou detecção precoce de sintomas, tanto em clínica quanto em pesquisa;
2. A avaliação e a reavaliação para acompanhamento dos tratamentos cirúrgicos, medicamentosos e de reabilitação;
3. A avaliação direcionada para o tratamento, visando principalmente à programação de reabilitação neuropsicológica;
4. A avaliação voltada para os aspectos legais, gerando informações e documentos sobre as condições ocupacionais ou incapacidades mentais de pessoas que sofreram algum insulto cerebral ou doença, afetando o sistema nervoso central. (Mäder-Joaquim, 2010, pg. 51).

O objetivo do presente Tomo é conduzir o pedagogo especialista em educação especial e ao psicopedagogo em particular, uma base para se ampliar na atuação da prática interpretativa dos quadros avaliativos no campo neuropsicológico clínico, e na avaliação neuropsicológica, como contribuição para a elaboração do diagnóstico. Firmo na posição conceitual em que a avaliação neuropsicológica é um método de investigação das funções cognitivas (como a atenção, percepção, memória, linguagem e raciocínio) e do comportamento, e para tal devemos fazer o uso das técnicas de entrevista, exames quantitativos e qualitativos. Obvio sem perder de vista o critério multidisciplinar desse diagnóstico (a presença do médico, psicólogo, assistente social, terapeuta, psicopedagogo, educador especial e o próprio pedagogo). Santos (2008) considera importante a utilização de métodos auxiliares no diagnóstico neuropsicológico como uma forma de melhorar a caracterização e o entendimento dos distúrbios comportamentais e cognitivos relacionados ao Sistema Nervoso Central. Quanto à avaliação neuropsicológica realizada com crianças há algumas particularidades, que se refere à adaptação das escalas a capacidade e habilidades - cognitivas, motoras, lingüísticas, próprias ao desenvolvimento da criança. Dessa forma os instrumentos utilizados para avaliação neuropsicológica infantil são específicos para esta faixa etária. Da mesma forma, o processo de avaliação exige do profissional o conhecimento sobre desenvolvimento infantil, considerando o fato de o desenvolvimento cerebral ter características próprias a cada faixa etária. Portanto, dentro desse padrão de funcionamento cerebral, é importante a elaboração de provas de acordo com o processo mturacional do cérebro.  Isso requer uma recomendação ao leitor para os estudos da Psicologia Genética. Costa e colaboradores (2004) recomendam a avaliação neuropsicológica infantil em qualquer caso onde exista suspeita de dificuldade cognitiva ou comportamental de origem neurológica. A avaliação pode auxiliar no diagnóstico e tratamento de diversas enfermidades neurológicas, problemas de desenvolvimento infantil, comprometimentos psiquiátricos, alterações de conduta, entre outros. A contribuição deste exame na criança é extensiva ao processo de ensino aprendizagem, pois nos permite estabelecer algumas relações entre as funções corticais superiores, como a linguagem, a atenção e a memória, e a aprendizagem simbólica (conceitos, escrita, leitura, etc.). O modelo neuropsicológico das dificuldades da aprendizagem busca reunir uma amostra de funções mentais superiores envolvidas na aprendizagem simbólica, as quais estão, obviamente, correlacionadas com a organização funcional do cérebro. Sem essa condição, a aprendizagem não se processa normalmente, e, neste caso, podemos nos deparar com uma disfunção ou lesão cerebral. (Costa e colaboradores, 2004).  Ao fornecer subsídios para investigar a compreensão do funcionamento intelectual da criança, o Neuropsicobiólogo ou Neurocientista pode contribuir com profissionais diversos, (médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos) proporcionando a esses profissionais uma intervenção terapêutica mais eficiente. A prática da hermenêutica das síndromes será alvo no futuro de uma outra obra acadêmica.

Psicologia e Genética: Causa o Comportamento.

A genética comportamental é uma disciplina científica que estuda os mecanismos genéticos e neurobiológicos envolvidos em diversos comportamentos animais e humanos. Podemos caracterizá-la como uma área de intersecção entre a genética e as ciências de comportamento. A engenharia genética forneceu as ferramentas necessárias ao estudo do comportamento associado à genética molecular. Isto permite que, progressivamente, possamos avançar na identificação de genes capazes de modular certos comportamentos, e de entender como estes genes interagem com o ambiente na formação de traços normais e patológicos da personalidade humana. O impacto dessa área de conhecimento na Psicologia é tremendo. Estamos vivendo uma verdadeira revolução no entendimento das causas do comportamento. No entanto, a Psicologia, particularmente aqui no Brasil, parece desconhecer estes avanços. Um conjunto de premissas teóricas e metodológicas que podemos chamar de “modelo padrão de causalidade do desenvolvimento da personalidade” exerce um efeito profundo sobre a população leiga e, infelizmente, na maioria dos profissionais em psicologia. A expressão “efeito paradigma” cunhada pelo cientista social Joel Barker aplica-se neste caso- o paradigma tradicional filtra a percepção de modo a impedir a emergência de um novo paradigma.


CÉREBRO.
O cérebro é o principal órgão e centro do sistema nervoso em todos os animais vertebrados, e em muitos invertebrados. Alguns animais primitivos como os celenterados e equinodermes como a estrela-do-mar possuem um sistemas nervoso descentralizado sem cérebro, enquanto as esponjas não possuem sistema nervoso. Nos vertebrados o cérebro localiza-se na cabeça protegido pelo *crânio, próximo aos aparatos sensoriais primários:
VISÃOPercepção visual, no sentido da psicologia e das ciências cognitivas é uma de várias formas de percepção associadas aos sentidos. É o produto final da visão consistindo na habilidade de detectar a luz e interpretar (ver) as consequências do estímulo luminoso, do ponto de vista estético e lógico. Na estética, entende-se por percepção visual um conhecimento teórico, descritivo, relacionado à forma e suas expressões sensoriais. Um tipo de talento, uma característica desenvolvida como uma habilidade de um escultor ou pintor que diferencia os pontos relevantes e não-relevantes de sua obra. Para que depois de pronta - em uma análise mais detalhada - possa explicar os atributos ali contidos.
AUDIÇÃO  A audição do latim auditione é um dos cinco sentidos dos animais. É a capacidade de percepcionar o som. O órgão responsável pela audição é o ouvido, capaz de captar sons até uma determinada distância, dependendo da sua intensidade ou nível de pressão sonora.
CURIOSIDADE CIENTIFICA I.
Consumo regular de analgésicos leva a perda auditiva
Duas ou mais doses semanais de aspirina, acetaminofen e ibuprofeno aumentaram o risco em homens mais jovens. O uso de acetaminofen chegou a aumentar em 99% o risco de problemas de audição, segundo estudo que incluiu 26 mil homens. Um estudo norte-americano que acompanhou 26 mil homens por 18 anos mostra que o uso regular de aspirina, acetaminofen (substância ativa de analgésicos como o Tylenol) e anti-inflamatórios não esteroides (como o ibuprofeno) aumenta o risco de perda auditiva, especialmente nos homens com menos de 60 anos. Os autores apontam que o consumo regular (duas ou mais vezes por semana) de acetaminofen aumenta em 99% o risco de deficiência auditiva em homens com menos de 50 anos e em 38% em homens entre 50 e 59. A partir dos 60 anos, o risco cai para 16%. "A relação entre o acetaminofen e a perda auditiva nunca havia sido estudada", disse Sharon Curhan, do Brigham and Women's Hospital, a principal autora do estudo. Entre os que usam regularmente aspirina, o risco de perda auditiva foi 33% maior para homens abaixo dos 59 anos. Não foi observado aumento de risco nos participantes com mais de 60 anos. O uso regular de aspirina, que diminui o risco de formação de coágulos, é indicado na prevenção de doenças cardiovasculares.  Quanto aos anti-inflamatórios não esteroides, o risco foi 61% maior para homens abaixo dos 50 anos, 32% maior para a faixa entre 50 e 59 anos e 16% para os com 60 anos ou mais. "Os efeitos ototóxicos(que agridem o aparelho auditivo) de altas doses de aspirina estão bem documentados e há suspeitas de que altas doses de anti-inflamatórios não esteroides causem danos auditivos. Nós investigamos o uso regular de doses moderadas desses analgésicos. É o maior estudo prospectivo mostrando essa relação", diz Curhan. Os pesquisadores fizeram ajustes para fatores que pudessem distorcer os resultados, como alcoolismo, tabagismo, doenças cardiovasculares, hipertensão e uso de outros tipos de medicamento com efeitos comprovados na audição. O trabalho, que acaba de ser publicado na edição de março do "American Journal of Medicine", foi realizado por pesquisadores das universidades Harvard e Vanderbilt, do Brigham and Women's Hospital e da Massachusetts Eye and Ear Infirmary, em Boston. A perda auditiva é considerada a desordem sensorial mais comum nos EUA. Estima-se que afete 10% da população geral e pelo menos metade da população com mais de 65 anos. "Não temos números precisos no Brasil, mas provavelmente a situação aqui é igual ou maior. Os distúrbios auditivos são um problema de saúde pública", afirma o otorrinolaringologista Marcelo Ribeiro de Toledo Piza, diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia. "A deficiência auditiva afeta a capacidade de comunicação, reduz a autonomia e pode levar ao isolamento social e à depressão", completa Curhan.
EQUILÍBRIO  Equilíbrio postural é a manutenção da posição de equilíbrio (estático ou mecânico) do corpo de um animal. Nos vertebrados, o equilíbrio postural é controlado por vários receptores sensoriais. No homem, atuam no equilíbrio os olhos, o sistema vestibular do ouvido interno e os proprioceptores localizados nas articulações e nos músculos. Daqui resulta que afecções em qualquer um desses orgãos podem levar a transtornos no equilíbrio(Kirkwood, Renata "Treinamento do Equilíbrio" slides no site do Grupo de Estudos da Marcha da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil) acessado a 22 de agosto de 2012) – ANEXO AO SUBCAPÍTULO –
PALADAR – O paladar ou gustação é um dos cinco sentidos dos animais. É a capacidade de reconhecer os gostos de substâncias colocadas sobre a língua. Na língua, existem as papilas gustativas que reconhecem substâncias do gosto e enviam a informação ao cérebro. Mas o tecto da boca (o palato) também é sensível aos gostos. Existem cinco sabores bem aceitos: o amargo, o ácido, o salgado, o doce e o umami, e há o debate se também há os sabores de ácidos graxos e cálcio. A língua também possui terminações nervosas livres que, quando em contato com substâncias como a capsaicina, percebem os compostos químicos. Ao conjunto das sensações de gosto e aroma dá-se o nome de sabor. É por isso que, quando estamos resfriados, a comida nos parece sem sabor, embora o seu paladar continue presente. As substâncias do gosto se ligam (aminoácidos e adoçantes) ou penetram (íon hidrogênio e íon sódio) na célula sensorial desencadeando um processo que resulta na liberação de neurotransmissores. Os padrões de sinais gerados e transmitidos até o cérebro a partir da liberação desses neurotransmissores permitem a identificação do tipo de gosto. Os receptores envolvidos neste sentido são células que se agrupam nas chamadas papilas gustativas. As papilas gustativas se espalham em concentrações diferentes por toda a língua, e estão presentes, ainda que em menor número, até no céu da boca, garganta, esôfago e nariz; suas concentrações variam consideravelmente de indivíduo para indivíduo. Isso significa que, ao contrário da lenda popular, a língua percebe sabores diferentes de forma razoavelmente igual por toda a sua extensão. Quando determinada substância não provoca reações sensitivas nos órgãos do paladar, diz-se que é insípida.
OLFATO  O olfato, chamado faro nos animais, é um dos cinco sentidos básicos e refere-se à capacidade de captar odores com o sistema olfativo. No homem e demais animais superiores, o órgão olfativo se forma a partir de um espessamento epidérmico situado na região etmoidiana do crânio, a neurorecepção somente será ativada após as moléculas das substâncias odoríferas serem dissolvidas no muco que recobre a membrana pituitária.  Disfunções olfativas. As principais disfunções olfativas são: Anosmia (ou anodmia) perda ou diminuição drástica do olfato; Cacosmia alucinação olfativa transitória, onde o indivíduo percebe cheiros desagradáveis; Antosmia espécie de cacosmia, onde dá-se a percepção de cheiros (bons ou ruins), sem estímulo efetivo do olfato; Hiperosmia excitação exagerada e anormal do olfato; Parosmia perversão do olfato.
ANEXOS - OLFATO – ICONOGRÁFICOS.
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Os cérebros podem ser extremamente complexos. O cérebro humano contém cerca de 100 bilhões de neurônios, ligados por mais de 10.000 conexões sinápticas cada. Esses neurônios comunicam-se por meio de fibras protoplasmáticas chamadas axônio, que conduzem pulsos em sinais chamados potencial de ação para partes distantes do cérebro e do corpo e as encaminham para serem recebidas por células específicas. Nem todos os comportamentos precisam de um cérebro. Mesmo organismos unicelulares são capazes de extrair informação do ambiente e responderem de acordo. As esponjas, às quais falta um sistema nervoso central, são capazes de coordenar suas contrações corporais, e até mesmo de se locomoverem. Nos vertebrados, a própria coluna vertebral contém circuitos neurais capazes de gerar respostas reflexas, assim como padrões motores simples, como nadar ou andar. Entretanto, o controle sofisticado do comportamento, baseado em um sistema sensorial complexo requer a capacidade de integração de informações de um cérebro centralizado. Apesar do rápido avanço científico, muito do funcionamento do cérebro continua um mistério. As operações individuais de neurônios e sinapses hoje são compreendidas com detalhamento considerável, mas o modo como eles cooperam em grupos de milhares ou milhões tem sido difícil de decifrar. Métodos de observação como registros de EEG e imageamento funcional cerebral mostram que as operações cerebrais são altamente organizadas, mas estes métodos não têm resolução suficiente para revelar a atividade de neurônios individualmente. Assim, mesmo os princípios mais fundamentais das redes de computação neural podem ficar, em grande medida, a serem descobertos por futuros pesquisadores. Citados por(...) Gehring, Wj (2005) New Perspectives on Eye Development and the Evolution of Eyes and Photoreceptors: The Evolution of Eyes and Brain, J Heredity (acessado em 26-04-2008); Nickel,M; Vitello, M; Brümmer, F. (2002). "Dynamics and cellular movements in the locomotion of the sponge Tethya wilhelma". Integr Comp Biol 42: 1285. Grillner, S; Hellgren J, Ménard A, Saitoh K, Wikström MA. (2005). "Mechanisms for selection of basic motor programs—roles for the striatum and pallidum.". Trends Neurosci 28: 364–70. DOI:10.1016/j.tins.2005.05.004. PMID 15935487. van Hemmen, JL; Sejnowski TJ. . [S.l.]: Oxford University Press, 2005. ISBN 9780195148220.
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**Cérebro de um chimpanzé.

*Crânio.
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O crânio é um invólucro de tecidos mais ou menos rígidos que, nos animais do clade Craniata (a que pertencem os vertebrados e outros de filogenia próxima), envolve o cérebro, os órgãos do olfacto, da visão, o ouvido interno e serve de suporte aos órgãos externos dos aparelhos respiratório e digestivo. Pode considerar-se formado por duas partes principais que, aparentemente correspondem a duas etapas da evolução:
A CAIXA CRANIANA OU NEUROCRÂNIO – A PARTE QUE ENVOLVE O CÉREBRO E OS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS (COM EXCEPÇÃO DO PALADAR); E O MACIÇO FRONTAL, ESPLANCNOCRÂNIO OU BRANCHIOCRANIO – A PARTE QUE SUPORTA A BOCA E O APARELHO BRANQUIAL.
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OS SERES HUMANOS, APESAR DE TEREM PERDIDO SUAS FENESTRAS, SÃO SERES SINÁPSIDAS.
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O termo chimpanzé aplica-se aos primatas do gênero Pan, da família Hominidae, subfamília Homininae, com duas espécies conhecidas: os chimpanzés-comuns (Pan troglodytes) e bonobos (Pan paniscus). Estudos apontam que os chimpanzés são parentes próximos dos seres humanos na evolução; eles se separaram do tronco do ancestral comum por volta de 4 a 7 milhões de anos atrás, e ambas as espécies compartilham 98-99,4% de DNA. Como o homem, o chimpanzé consegue reconhecer a própria imagem no espelho, (capacidade que poucos animais apresentam). Também são capazes de aprender certos tipos de linguagens, como a dos sinais. Devido à destruição do seu habitat e à caça ilegal de chimpanzés pelo mercado de carne e de animais, pensa-se que restam apenas 150.000 chimpanzés nos bosques e florestas da África Central e Ocidental. Estima-se que no início do século XX havia aproximadamente dois milhões.
Distribuição geográfica.
Mapa de distribuição do chimpanzé
Mapa de distribuição do chimpanzé
O chimpanzé-comum (Nome científico: Pan troglodytes) é uma das duas espécies de chimpanzés que vivem no continete africano. Chegam a medir até 1,7 metros de altura quando eretos e pesam cerca de 70 kg.
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Distribuição geográfica
Mapa de distribuição das quatro subespécies de chimpanzé-comum: 1. Pan troglodytes verus. 2. P. t. vellerosus. 3. P. t. troglodytes. 4. P. t. schweinfurthii.
Mapa de distribuição das quatro subespécies de chimpanzé-comum: 1. Pan troglodytes verus. 2. P. t. vellerosus. 3. P. t. troglodytes. 4. P. t. schweinfurthii.
Pan troglodytes
(
Blumenbach, 1776)

SISTEMA LOCOMOTOR.
O sistema locomotor é responsável pelas funções do movimento, locomoção e deslocamento dos seres vivos. DEFICIÊNCIAS nessas funções podem acarretar graves problemas de mobilidade individual. O conjunto de ossos, músculos e elementos das articulações compreende a locomoção na espécie humana. O sistema esquelético sustenta, protege os órgãos internos, armazenam minerais e íons e produz células sanguíneas. O crânio é a estrutura mais complexa do esqueleto, compreendendo o neurocrânio, que protege o encéfalo, e o esplancnocrânio, que forma a face. A coluna vertebral sustenta o corpo, é constituída por 33 vértebras que se alternam com discos intervertebrais permitindo flexibilidade ao tronco. Um osso pode ligar-se a outro osso ou a outros ossos através das articulações. Variam no tamanho e na forma: longos (com o comprimento maior que a largura e a espessura, como o úmero e o fêmur), planos ou chatos (finos e achatados, como grande parte dos ossos do crânio e as costelas), curtos (com as três dimensões aproximadamente iguais, como os do carpo e os do tarso), irregulares (como as vértebras). Os músculos, tendões e ossos produzem diversos tipos de movimentos através do trabalho que realizam em conjunto nos pontos onde existem articulações.  Os músculos são constituídos pelas fibras musculares, células alongadas ricas em miofibrilas de proteínas, responsáveis pela contração muscular.
http://www.mundoeducacao.com.br/upload/conteudo_legenda/549d673001b2cdfa17c3c21d7a66c583.jpg Ao se contrair, o músculo ocasiona o movimento do corpo ou de órgãos internos. Os músculos apresentam-se em três tipos: estriado esquelético (ligado ao esqueleto e com contração voluntária), liso (encontrado na parede dos órgãos ocos, apresenta contração involuntária), estriado cardíaco (possui fibras de contração involuntária). O sistema locomotor, ou sistema esquelético, sustenta e protege os órgãos internos, armazena minerais e íons e produz células sanguíneas. O crânio é a estrutura mais complexa do esqueleto, sendo este constituído por 22 ossos nele está compreendendo o neurocrânio, que protege o encéfalo, e o bobnocrânio, que forma a face. A coluna vertebral sustenta o corpo, é constituída por 33 vértebras que se alternam com discos intervertebrais permitindo flexibilidade ao tronco. Um osso pode ligar-se a outro osso ou a outros ossos através das ligações traumáticas. Variam no tamanho e na forma: longos (com o comprimento maior que a largura e a espessura, como o úmero e o fêmur), feios ou chatos (finos e achatados, como grande parte dos ossos do crânio e as costelas), curtos (com as três dimensões aproximadamente iguais, como os do carpo e os do tarso), irregulares (como as vértebras). Os músculos, tendões e ossos produzem diversos tipos de movimentos através do trabalho que realizam em conjunto nos pontos onde existem articulações. Os músculos são constituídos pelas fibras musculares, células alongadas ricas em miofibrilas de proteínas, responsáveis pela contração muscular. Ao se contrair, o músculo ocasiona o movimento do corpo ou de órgãos internos. Os músculos apresentam-se em três tipos: estriado esquelético (ligado ao esqueleto e com contração voluntária), liso (encontrado na parede dos órgãos ocos, apresenta contração involuntária), estriado cardíaco (possui fibras de contração involuntária).  O sistema locomotor é responsável pelas funções do movimento, locomoção e deslocamento dos seres vivos. O conjunto de ossos, músculos e elementos das articulações compreende a locomoção na espécie humana. O sistema esquelético sustenta, protege os órgãos internos, armazena minerais e íons e produz células sanguíneas. O crânio é a estrutura mais complexa do esqueleto, compreendendo o neurocrânio, que protege o encéfalo, e o esplancnocrânio, que forma a face. A coluna vertebral sustenta o corpo, é constituída por 33 vértebras que se alternam com discos intervertebrais permitindo flexibilidade ao tronco. Um osso pode ligar-se a outro osso ou a outros ossos através das articulações. Variam no tamanho e na forma: longos (com o comprimento maior que a largura e a espessura, como o úmero e o fêmur), planos ou chatos (finos e achatados, como grande parte dos ossos do crânio e as costelas), curtos (com as três dimensões aproximadamente iguais, como os do carpo e os do tarso), irregulares (como as vértebras). Os músculos, tendões e ossos produzem diversos tipos de movimentos através do trabalho que realizam em conjunto nos pontos onde existem articulações. Os músculos são constituídos pelas fibras musculares, células alongadas ricas em miofibrilas de proteínas, responsáveis pela contração muscular. Ao se contrair, o músculo ocasiona o movimento do corpo ou de órgãos internos. Os músculos apresentam-se em três tipos: estriado esquelético (ligado ao esqueleto e com contração voluntária), liso (encontrado na parede dos órgãos ocos, apresenta contração involuntária), estriado cardíaco (possui fibras de contração involuntária).

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