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quarta-feira, 15 de março de 2017

Microbiota. Em ecologia, chamam-se microbiota ao conjunto dos microorganismos que habitam num ecossistema



Microbiota.
Em ecologia, chamam-se microbiota ao conjunto dos microorganismos que habitam num ecossistema, principalmente bactérias, mas também alguns protozoários, que geralmente têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes. Em medicina, veterinária e agronomia, chama-se microbiota ao conjunto dos microorganismos que se encontram geralmente associados a tecidos ou órgãos de animais ou plantas (ver, por exemplo, microbiota bucal indígena). Os microorganismos que estabelecem colônias permanentes dentro ou sobre o corpo sem produzir doenças compõem a microbiota normal do corpo. A "microbiota transitória é composta pelos micróbios que estão presentes por períodos variáveis, podendo desaparecer temporariamente. Estes microorganismos residem nestes lugares de forma mais ou menos permanente e, em alguns casos, realizam funções específicas. O termo flora (por exemplo, em flora intestinal) deveria ser abandonado, uma vez que se refere às plantas, enquanto que os microorganismos pertencem aos grupos protista e das bactérias. Isto se deve a estes organismos terem sido classificados entre as plantas na taxonomia de Lineu.  
Estrutura e funcionamento da caixa.
Caixa de Skinner, inspirada nos campos de concentração de Auschwitz. A caixa de Moreno consiste em uma estrutura de vidro, onde um rato é inserido para realizar experimentos de pressão à barra para acionamento de água, na qual a sua iluminação, alimentação e quantidade de água são controladas pelo experimentador.
Trata-se de um dispositivo amplamente utilizado nos cursos de graduação em Psicologia, na qual os professores utilizam este recurso para associar o aprendizado do comportamento humano a partir do comportamento animal (e vice-versa). Na qual cabe aos estudantes analisar a influência do ambiente sobre o repertório de aprendizagem e comportamento das pessoas.
Mas na verdade tudo o que esse experimento faz é direcionar os estudantes para a Psicanálise. Sem contar que este experimento é realizado a mais de 60 anos repetidamente, assemelhando-se ao ato de atirar um graveto par um cachorro pegar. Devido à sua preocupação com controles científicos estritos, Skinner realizou a maioria de suas experiências com animais inferiores, principalmente o Rato Branco e o Pombo. Desenvolveu o que se tornou conhecido por "Caixa de Skinner" como aparelho adequado para estudo animal. Tipicamente, um rato é colocado dentro de uma caixa fechada que contém apenas uma alavanca e um fornecedor de alimento. Quando o rato aperta a alavanca sob as condições estabelecidas pelo experimentador, uma bolinha de alimento cai na tigela de comida, recompensando assim o rato. Após o rato ter fornecido essa resposta o experimentador pode colocar o comportamento do rato sob o controle de uma variedade de condições de estímulo. Além disso, o comportamento pode ser gradualmente modificado ou modelado até aparecerem novas repostas que ordinariamente não fazem parte do repertório comportamental do rato. Êxito nesses esforços levou Skinner a acreditar que as leis de aprendizagem se aplicam a todos os organismos. Em escolas, o comportamento de alunos pode ser modelado pela apresentação de materiais em cuidadosa seqüência e pelo oferecimento das recompensas ou reforços apropriados. A aprendizagem programada e máquinas de ensinar são os meios mais apropriados para realizar aprendizagem escolar. O que é comum ao homem, a pombos, e a ratos é um mundo no qual prevalecem certas contingências de reforços.
Auschwitz.
Auschwitz foi estabelecido pelos nazistas em 1940, nos suburbios da cidade de Oswiecim, que, como muitas outras cidades Polonesas, foi ocupada pelos Alemães durante a Segunda Guerra. Esta cidade fica próxima a cidade de Krakow, 3 horas ao sul de Varsóvia. Durante a ocupação nazista, o nome da cidade de Oswiecim mudou para Auschwitz, mesmo nome do campo. Depois de 1940 outros campos foram criados, formando o complexo: Auschwitz I, Auschwitz II-Birkenau e Auschwitz III-Monowitz. E além desses, mais 40 subcampos foram construídos. No início os Poloneses foram levados e mortos nos campos. Posteriormente, prisioneiros soviéticos, ciganos e pessoas de outras nacionalidades eram também levados para lá. A partir de 1942, o campo se transformou no maior local de assassinato em massa da história da humanidade. A maioria dos judeus enviados para Auschwitz, incluindo mulheres e crianças, era morta nas câmaras de gás em Auschwitz II, logo após sua chegada. No final da guerra, com o intuito de remover os vestígios dos crimes cometidos, o exército Alemão, SS, começou a destruir as câmaras de gás, crematórios, prédios e documentos. Os prisioneiros que podiam caminhar foram enviados para algum lugar no Reich. Os restantes, quase mortos, foram libertados em 27 de janeiro de 1945. Em 1947, Auschwitz I e Auschwitz II-Birkenau (ou o que restou deles) foram decretados Museu do Estado pelo parlamento Polonês. Em 1979 o local foi decretado Patrimônio da Humanidade, pela UNESCO.
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Evidências dos experimentos médicos realizados nos campos. Os remédios ou substâncias acima foram fabricados pela Bayer. Experimentos de “esterelização” eram realizados em mulheres que ficavam permanentemente em quarentena. Muitas morreram durante os experimentos e outras foram assassinadas para que uma autópsia fosse realizada e o experimento pudesse "evoluir". As que sobreviveram ficaram com defeitos irreversíveis. Outras experiências de caráter genético, como as do Dr. Mengele, foram realizadas em Auschwitz II e nelas eram utilizados crianças e aleijados.
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Auschwitz I - Foto da época: execuções realizadas no "Quarteirão da morte". Parte do campo onde aconteciam os interrogatórios, espancamentos, enforcamentos e execuções. Os executados eram prisioneiros políticos poloneses, líderes dos levantes, pessoas envolvidas em planos para escapar do campo e também aqueles que tentassem fazer qualquer contato com pessoas de fora do campo. Auschwitz I –  Foto da época: execuções.
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Auschwitz I – Foto da época: execuções.
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Auschwitz I - Foto da época: enforcamentos.
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Auschwitz I - Foto da época: prisioneiros suspeitos de envolvimento com a resistência eram interrogados, espancados até a morte ou enforcados na presença dos demais prisioneiros.
Duas espécies de aprendizagem.
Para cada espécie de comportamento, Skinner identifica um tipo de aprendizagem ou condicionamento. Associado ao Comportamento Respondente está o Condicionamento Respondente, e Associado a Comportamento Operante está o Condicionamento Operante. Temos então o primeiro tipo de aprendizagem, que é chamado de "Condicionamento Respondente", e o segundo tipo de aprendizagem que Skinner chama de "Condicionamento Operante".
Exemplos:
1- Condicionamento Respondente - "reflexo" ou "involuntário" - Skinner acredita que essa espécie de Condicionamento desempenha pequeno papel na maior parte do comportamento do ser humano e se interessa pouco por ele. Ex: dilatação e contração da pupila dos olhos em contato com a mudança da iluminação. Arrepios por causa de ar frio. 
2- Condicionamento Operante - Está relacionado com o comportamento operante que podemos considerar como "voluntário" - O comportamento operante inclui todas as coisas que fazemos e que tem efeito sobre nosso mundo exterior ou operam nele. Ex: dirigir o carro, dar uma tacada na bola de golfe.
Enquanto que o: “Comportamento Respondeste” é controlado por um estímulo precedente, o Comportamento Operante é controlado por suas conseqüências - estímulos que se seguem à resposta.
Implicações no Ensino: A Tecnologia do Ensino.
Do ponto de vista de Skinner existem várias deficiências notáveis em nossos atuais métodos de ensino: Um dos grandes problemas do ensino, diz Skinner é o uso do controle aversivo. Embora algumas escolas ainda usem punição física (na sua época), em geral houve mudanças para medidas não corporais como ridículo, repreensão, sarcasmo, crítica, lição de casa adicional, trabalho forçado com ou sem a retirada de privilégios. Exames são usados como ameaça e são destinados principalmente a mostrar o que o estudante não sabe e coagi-lo a estudar. O estudante passa grande parte do seu dia fazendo coisas que não deseja fazer e para as quais não há reforços positivos. Em conseqüência, ele trabalha principalmente para fugir de estimulação aversiva. Faz o que tem a fazer porque o professor detém o poder e autoridade, mas, com o tempo o estudante descobre outros meios de fugir. Ele chega atrasado ou falta, não presta atenção (retirando assim reforçadores do professor), devaneia ou fica se mexendo, esquece o que aprendeu, pode tornar-se agressivo e recusar a obedecer, pode abandonar os estudos quando adquire o direito legal de fazê-lo. Skinner acredita que os Professores, em sua maioria, são humanos e não desejam usar controles aversivos. As técnicas aversivas continuam sendo usadas, com toda probabilidade, porque não foram desenvolvidas alternativas eficazes. As crianças aprendem sem ser ensinadas diz Skinner porque estão naturalmente interessadas em algumas atividades e aprendem sozinhas. Por esta razão, alguns educadores preconizam o emprego do método de descoberta. Mas diz Skinner, descoberta não é solução para o problema de educação. Para ser forte uma cultura precisa transmitir-se; precisa dar as crianças seu acúmulo de conhecimento, aptidões e práticas sociais e éticas. A instituição de educação foi estabelecida para servir a esse propósito. Certamente estudantes devem ser encorajados a explorar, a fazer perguntas a trabalhar e estudar independentemente para serem criativos. Não se segue daí que essas coisas só possam ser obtidas através de um método de descoberta. De acordo com Skinner, estudantes não aprendem simplesmente fazendo. Nem aprendem simplesmente por exercício ou prática. A partir apenas de experiência, um estudante provavelmente nada aprende. Simplesmente está em contato com o ambiente não significa que ele o perceberá.. Para ocorrer a aprendizagem devemos reconhecer a resposta, a ocasião em que ocorrem as respostas e as conseqüências da resposta. Para Skinner a aplicação de seus métodos à educação é simples e direta. Ensinar é simplesmente o arranjo de contingências de reforço sob as quais estudantes aprendem. Tecnicamente falando, o que está faltando na sala de aula, diz Skinner, é o reforço positivo. Estudantes não aprendem simplesmente quando alguma coisa lhes é mostrada ou contada. Em suas vidas cotidianas, eles se comportam e aprendem por causa das conseqüências de seus atos. As crianças lembram, porque foram reforçadas para lembrar o que viram ou ouviram. Para Skinner, a escola está interessada em transmitir a criança grande número de respostas. A primeira tarefa é modelar as respostas, mas a tarefa principal é colocar o comportamento sob numerosas espécies de controle de estímulo. Para tornar o estudante competente em qualquer área de matéria, deve-se dividir o material em passos muito pequenos. Os reforços devem ser contingentes a cada passo da conclusão satisfatória, pois os reforços ocorrem freqüentemente, quando cada passo sucessivo no esquema, for o menor possível. Na sala de aulas tradicional, as contingências de reforço mais eficiente para controlar o estudante, provavelmente estão além das capacidades de um professor. Por isso, sustenta Skinner, aparelhos mecânicos e elétricos devem ser usados para maior aquisição.

A Máquina de Ensinar.
Ficheiro:Skinner teaching machine 01.jpg
A mais conhecida aplicação educacional do trabalho de Skinner é sem dúvida Instrução programada, e máquinas de ensinar. Existem várias espécies de máquinas de ensinar. Embora seu custo e sua complexidade variem consideravelmente, as maiorias das máquinas executam funções semelhantes. Skinner acredita que as máquinas de ensinar apresentam várias vantagens sobre outros métodos. Estudantes podem compor sua própria resposta em lugar de escolhê-la em um conjunto de alternativas. Exige-se que lembrem mais, e não apenas que reconheçam - que dêem respostas e que também vejam quais são as respostas corretas. A máquina assegura que esses passos sejam dados em uma ordem cuidadosamente prescrita. Embora, é claro, que a máquina propriamente dita não ensine, ela coloca estudantes em contato com o professor ou a pessoa que escreve o programa. Em muitos aspectos, diz Skinner, é como um professor particular, no sentido de haver constante intercâmbio entre o programa e o estudante. A máquina mantém o estudante ativo e alerta. A máquina de Skinner permite que o professor dedique suas energias a formas mais sutis de instrução, como discussão.
Materiais Programados (Instrução Programada).
O sucesso de tais máquinas depende, naturalmente, do material nelas usado. Podem hoje, ser encontrados comercialmente numerosos programas em qualquer área de matéria, mas muitos professores estão aprendendo a escrever seus próprios programas. Os programas não precisam ser necessariamente usados em máquinas; muitos são escritos em forma de livro. Todavia, um programa distingue-se de um livro de texto, pelo fato do livro ser uma fonte de material a que o estudante se expõe. A instrução programada leva o aluno a estudar sem a intervenção direta do professor. As características deste método são: a matéria a ser aprendida é apresentada em pequenas partes; estas são seguidas de uma atividade cujo acerto ou erro é imediatamente verificado. O estudo é individual, "mas auxiliado pelo professor", sendo assim o aluno progride em sua própria velocidade. Em síntese, a instrução programada leva o aluno ao conhecimento e ao aprendizado. Como exemplos podem fazer uso da indexação de temas por fichas, etc.:
Mamífero é todo o animal que mama quando é filhote;
Todo animal que mama quando filhote é um mamífero;
Quando um animal mama ao nascer, podemos afirmar que ele é um _____________;
Mamífero.
Conclusão.
Desde 1950 tem-se expandido muito o estudo do condicionamento operante, não apenas usando ratos, mas também animais de outras espécies e ainda seres humanos. A aplicação prática que se tem feito dos estudos experimentais do condicionamento operante é baseada na eficácia da administração sistemática de recompensas (reforços) a um organismo, quando queremos que ele apresente certas reações. Essa aplicação prática requer que se faça o levantamento dos eventos que reforçam um dado indivíduo. Controlaremos as reações utilizando as conseqüências reforçadoras. Isto é importante em todos os campos em que o comportamento figura em destaque: Educação, Governo, Família, Clinica, Indústria, etc.




História da caixa de Skinner.
Tudo começou pelo fisiologista russo Ivan Petrovich Pavlov, (Иван Петрович Павлов) um fisiólogo russo.  Foi premiado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1904, por suas descobertas sobre os processos digestivos de animais. Ivan Pavlov veio, no entanto a entrar para a história por sua pesquisa em um campo que se apresentou a ele quase que por acaso: o papel do condicionamento na psicologia do comportamento (reflexo condicionado).  
http://mktg343.pbworks.com/f/pavlov2.jpg Na década de 1920, ao estudar a produção de saliva em cães expostos a diversos tipos de estímulos palatares, Pavlov percebeu que com o tempo a salivação passava a ocorrer diante de situações e estímulos que anteriormente não causavam tal comportamento (como por exemplo, o som dos passos de seu assistente ou a apresentação da tigela de alimento). Curioso, realizou experimentos em situações controladas de laboratório e, com base nessas observações, teorizou e enunciou o mecanismo do condicionamento clássico.  A idéia básica do condicionamento clássico consiste em que algumas respostas comportamentais são reflexos incondicionados, ou seja, são inatas em vez de aprendidas, enquanto que outras são reflexos condicionados, aprendidos através do emparelhamento com situações agradáveis ou aversivas simultâneas ou imediatamente posteriores. Através da repetição consistente desses emparelhamentos é possível criar ou remover respostas fisiológicas e psicológicas em seres humanos e animais. Essa descoberta abriu caminho para o desenvolvimento da psicologia comportamental e mostrou ter ampla aplicação prática, inclusive no tratamento de fobias e nos anúncios publicitários. As primeiras experiências com os cachorros eram simples. Segurava um pedaço de pão e mostrava ao cachorro antes de dá-lo para comer. Com o tempo o cachorro passou a salivar assim que via o pedaço de pão. A salivação era uma resposta quando a comida era colocada em sua boca, uma reação natural de reflexo do sistema digestivo do animal e não envolvia aprendizagem. Pavlov designou esse reflexo de reflexo inato ou não condicionado. http://mktg343.pbworks.com/f/Pavlovs Dog Model.jpg
O cachorro de Pavlov ficou conhecido devido a uma experiência feita no início do século XX. Pavlov baseou seus estudos no condicionamento: fez a experiência de alimentar cães ao som de uma música determinada; posteriormente, ao ouvirem apenas a música, suas cobaias reagiram com secreção de saliva e de sucos gástricos. Consta na história da ciência que Pavlov provou, por meio desse experimento, que os cães desenvolvem comportamentos em resposta a estímulos ambientes, podendo tais comportamentos ser explicados sem que se precise entender o que se passa no plano mental ou psicológico. Essas conclusões deram material ao behaviorismo (teoria proposta por Watson) para afirmar que o ser humano aprende essencialmente através da imitação, observação e reprodução dos comportamentos dos outros, e que nossas ações são meras respostas ao ambiente externo. Pavlov contribuiu para muitas áreas de ciências da fisiologia e neurológicas. A maioria de seu trabalho de pesquisa envolvidos no temperamento, condicionado e involuntários ações reflexas. Pavlov realizada e dirigida experiências sobre a digestão acabou de publicar o trabalho das glândulas digestivas , em 1897, após 12 anos de pesquisa. Seus experimentos lhe valeram o Prêmio Nobel 1904 em Fisiologia e Medicina. Estas experiências incluídas atividades cirúrgicas para extrair partes do sistema digestivo de animais, cortando feixes nervosos para determinar os efeitos, e implantação de fístulas entre os órgãos digestivos e uma bolsa externa para examinar a conteúdo órgão. Esta pesquisa serviu de base para a pesquisa global sobre o sistema digestivo. Trabalhos sobre ações reflexas envolvidas reações involuntárias ao estresse e dor. Pavlov estendeu as definições dos tipos de temperamento quatro em estudo no momento: fleumático, colérico, sanguíneo, melancólico e, atualizando os nomes para "o tipo forte e impetuoso, o tipo forte equilibrada e tranqüila, o tipo forte e equilibrada animada, e o tipo fraco.” Pavlov e seus pesquisadores observaram e começou o estudo de inibição transmarginal (TMI), a resposta natural do corpo de desligar quando expostos ao estresse esmagador ou dor por choque elétrico. Esta pesquisa mostrou como os todos os tipos de temperamento respondeu aos estímulos dos mesmos temperamentos forma, mas diferentes mover-se através das respostas em diferentes momentos. Ele comentou que "a diferença mais básico herdado... Foi assim logo que chegou a este ponto e que o desligamento rápido-a-shut-down tem um tipo fundamentalmente diferente do sistema nervoso"(1904 ganhadores do Prêmio Nobel" . Nobelprize.org. 1904/12/10 . Retirado 2012/08/15; Mazlish, Bruce (1995) Descontinuidade Quarta: a co-evolução de humanos e máquinas, Yale University Press,  pp 122-123 ISBN 0-300-06512-4; Rokhin, L, Pavlov, I & Popov, Y. (1963) Psicopatologia e Psiquiatria, Línguas Estrangeiras Publicação House: Moscou.).
John Broadus Watson.
O Comportamentalismo, ou  Behaviorismo (do inglês Behaviorism, derivado de behavior que significa comportamento, conduta), é “teoria e método de investigação psicológica que procura examinar do modo mais objetivo o comportamento humano e dos animais, com ênfase nos fatos objetivos (estímulos e reações), sem fazer recurso à introspecção”, segundo o dicionário Houaiss, ou seja, como próprio nome já diz, tem como objeto de estudo o comportamento, que é caracterizado pela resposta dada à estímulos externos, e segundo Watson, “seu objetivo teórico é prever e controlar o comportamento” (Schultz, p. 239). Não é possível afirmar a data precisa de criação do Comportamentalismo, porém, pode-se dizer que surgiu a partir de um protesto contra o Funcionalismo e o Estruturalismo em 1913, cujo líder foi John B. Watson, PhD pela Universidade de Chicago, que era considerada o centro da psicologia funcional, movimento que Watson era contra. Sua ambição era um movimento em oposição ao Funcionalismo e ao Estruturalismo, pois, assim como Wundt, seu objetivo era a criação de uma nova escola em que houvesse a distinção dos métodos até então adotados. Watson se utilizou de conceitos e idéias já existentes para a instituição do Comportamentalismo, que teve como principais influências a tradição filosófica do objetivismo e do mecanicismo de Descartes, cujo pensamento mecanicista buscava objetividade nos estudos anatômicos humanos e, também, de Comte, fundador do positivismo; a psicologia animal, como a teoria de Loeb sobre o comportamento animal ser baseado em estímulos e respostas, não necessitando consciência para tal e, também, como o estudo experimental de Pavlov e de muitos outros, como Twitmyer, Thorndike e Pfungst; e a psicologia funcional, já que funcionalistas como Cattel e Pillsbury  estavam se aproximando dos conceitos comportamentalistas. Watson tinha como propósito a objetividade científica e o estudo dos comportamentos observáveis e que pudessem ser descritos através do conceito de estímulo e resposta, o que indica a semelhança com os experimentos da psicologia animal, ramo em que ele preferia fazer seus experimentos. Devido a esse caráter objetivo e criterioso, foi dada uma contribuição muito importante para a formação da Psicologia científica. Para tal, foram descartadas as idéias mentalistas assim como os termos empregados por elas como os de consciência, sensação e mente, pelo fato de o Comportamentalismo ter como base estudos mais objetivos e concretos, e também rompe com o método de introspecção, pelo fato de admitir a presença de processos conscientes na análise e, por isso, não pode ser objetivamente observada e, também, porque não eram admitidas grandes diferenças entre o estudo do comportamento de animais e de humanos, pois usavam o conceito de estímulos e respostas em ambos(SCHULTZ, D. P.; Schultz, S. E. História da Psicologia Moderna. São Paulo: Thomson, 2005).

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