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quarta-feira, 15 de março de 2017

Etiologia da surdez.



Etiologia da surdez.

As causas da surdez podem ser dividias em: pré-natais, peri-natais e pós natais. As causas pré-natais são:  Hereditárias (A deficiência auditiva pode ser transmitida geneticamente de geração em geração, particularmente quando existem casos de surdez na família); Doenças adquiridas pela mãe durante a gravidez, tais como: Rubéola; Sífilis; Toxoplasmose; Citomegalovirus; Herpes; Intoxicações intra-uterinas; Agentes Físicos (como, por exemplo, os raio-X); Alterações Endócrinas (Diabetes ou Tiróide); Carências Alimentares. As causas peri-natais podem ser: Traumatismos Obstétricos; Anóxia. As causas pós-natais podem ser: Doenças infecciosas; Bacterianas (ex.: meningites, otites, inflamações agudas ou crónicas das fossas nasais e da naso-faringe); Virais; Intoxicações; Trauma Acústico.
Diseases Database é um website gratuito que fornece informações sobre as relações entre doenças, sintomas e medicamentos. http://www.diseasesdatabase.com/
Deficiência auditiva.
Classificação e recursos externos

Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde 10 ª Revisão (CID-10) Versão para 2010

CAPÍTULO VIII. DOENÇAS DO OUVIDO E PROCESSO MASTÓIDE 
(H60-H95)

OUTROS TRANSTORNOS DO OUVIDO 
(H90-H95)

H90PERDA AUDITIVA CONDUTIVA E NEUROSSENSORIAL

INCL.:
SURDEZ CONGÊNITA.
EXCL.:
SURDO MUTISMO NEC ( H91.3 ).
NOS SURDEZ ( H91.9 ).
PERDA DE AUDIÇÃO:
·        SOE ( H91.9 ).
·        INDUZIDA PELO RUÍDO ( H83.3 ).
·        OTOTÓXICA ( H91.0 ).
·        SÚBITA (IDIOPÁTICA) ( H91.2 ).
H90.0PERDA AUDITIVA CONDUTIVA, BILATERAL.
H90.1PERDA AUDITIVA CONDUTIVA, COM AUDIÇÃO UNILATERAL SEM RESTRIÇÕES NO LADO CONTRALATERAL.
H90.2PERDA AUDITIVA CONDUTIVA, NÃO ESPECIFICADA.
CONDUTORES NOS SURDEZ.
H90.3PERDA AUDITIVA NEUROSSENSORIAL, BILATERAL.
H90.4PERDA AUDITIVA NEUROSSENSORIAL UNILATERAL, COM AUDIÇÃO SEM RESTRIÇÕES NO LADO CONTRALATERAL.
H90.5PERDA AUDITIVA NEUROSSENSORIAL, NÃO ESPECIFICADA.
CONGÊNITAS NOS SURDEZ.
·        A PERDA DE AUDIÇÃO:
·        CENTRAL.
·        NEURAL.
·        PERCEPTIVO.
·        SENSORIAL.
·        NOS
NEUROSSENSORIAL NOS SURDEZ.
H90.6PERDA AUDITIVA CONDUTIVA E MISTA NEUROSSENSORIAL, BILATERAL.
H90.7PERDA AUDITIVA CONDUTIVA E NEUROSSENSORIAL MISTA, COM AUDIÇÃO UNILATERAL SEM RESTRIÇÕES NO LADO CONTRALATERAL.
H90.8CONDUTOR MISTO E PERDA AUDITIVA NEUROSSENSORIAL, NÃO ESPECIFICADA.

H91PERDA AUDITIVA OUTROS.

EXCL.:
PERCEPÇÃO AUDITIVA ANORMAL ( H93.2 ).
PERDA AUDITIVA COMO CLASSIFICADA EM H90. -
ROLHA DE CERUME ( H61.2 ).
INDUZIDA POR RUÍDO PERDA AUDITIVA ( H83.3 ).
SURDEZ PSICOGÊNICA ( F44.6 ).
SURDEZ ISQUÊMICO TRANSITÓRIO ( H93.0 ).
H91.0PERDA AUDITIVA OTOTÓXICA.
USAR CÓDIGO ADICIONAL DE CAUSA EXTERNA (CAPÍTULO XX), SE NECESSÁRIO, PARA IDENTIFICAR O AGENTE TÓXICO.
H91.1PRESBIACUSIA.
PRESBIACUSIA.
H91.2SURDEZ SÚBITA IDIOPÁTICA.
NOS PERDA REPENTINA DE AUDIÇÃO.
H91.3SURDO MUTISMO NÃO CLASSIFICADAS EM OUTRA PARTE.
H91.8PERDA AUDITIVA OUTRA ESPECIFICADA.
H91.9PERDA DE AUDIÇÃO, NÃO ESPECIFICADA.
SURDEZ:
·        NOS.
·        ALTA FREQÜÊNCIA.
·        BAIXA FREQÜÊNCIA.

H92OTALGIA E DERRAME DE OUVIDO.

H92.0OTALGIA.
H92.1OTORRÉIA.
EXCL.:
VAZAMENTO DE LÍQUIDO CEFALORRAQUIDIANO ATRAVÉS DE OUVIDO (G96.0 ).
H92.2OTORRAGIA.
EXCL.:
OTORRAGIA TRAUMÁTICA - CÓDIGO POR TIPO DE LESÃO.

H93OUTROS TRANSTORNOS DO OUVIDO NÃO CLASSIFICADOS EM OUTRA PARTE.

H93.0DESORDENS DEGENERATIVAS VASCULARES E DA ORELHA.
SURDEZ ISQUÊMICO TRANSITÓRIO.
EXCL.:
PRESBIACUSIA ( H91.1 ).
H93.1TINNITUS.
H93.2OUTRAS PERCEPÇÕES AUDITIVAS ANORMAIS.
RECRUTAMENTO AUDITIVO.
DIPLACUSIA.
HIPERACUSIA.
MUDANÇA TEMPORÁRIA DO LIMIAR AUDITIVO.
EXCL.:
ALUCINAÇÕES AUDITIVAS ( R44.0 ).
H93.3TRANSTORNOS DO NERVO ACÚSTICO.
TRANSTORNO DE NERVO CRANIANO 8.
H93.8OUTROS TRANSTORNOS ESPECIFICADOS DO OUVIDO.
H93.9TRANSTORNO DE OUVIDO, NÃO ESPECIFICADA.

H94 *OUTROS TRANSTORNOS DO OUVIDO EM DOENÇAS CLASSIFICADAS EM OUTRA PARTE.

H94.0 *NEURITE ACÚSTICA EM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS CLASSIFICADAS EM OUTRA PARTE.
NEURITE ACÚSTICA NA SÍFILIS ( A52.1 + ).
H94.8 *OUTROS TRANSTORNOS ESPECIFICADOS DO OUVIDO EM DOENÇAS CLASSIFICADAS EM OUTRA PARTE.

H95DISTÚRBIOS PÓS-PROCEDIMENTO DO PROCESSO DE OUVIDO E MASTÓIDE NÃO CLASSIFICADAS EM OUTRA PARTE.

H95.0COLESTEATOMA RECORRENTE DA CAVIDADE POSTMASTOIDECTOMY.
H95.1OUTROS TRANSTORNOS SEGUINDO MASTOIDECTOMIA.
·        A INFLAMAÇÃO CRÔNICA.
·        GRANULAÇÃO.
·        CISTO DA MUCOSA.
·        DA CAVIDADE POSTMASTOIDECTOMY.
H95.8OUTROS TRANSTORNOS PÓS-PROCEDIMENTO DO PROCESSO DE OUVIDO E MASTÓIDE.
H95.9TRANSTORNO PÓS-PROCEDIMENTO DO PROCESSO DE OUVIDO E MASTÓIDE, NÃO ESPECIFICADA.

Ouvido.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cochlear_implant.jpg/220px-Cochlear_implant.jpg
Ilustração do interior de um implante coclear.
Especificamente podemos conceituar como Implante Coclear (IC) a introdução de um dispositivo eletrônico, parcialmente implantado, que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. O IC é visto como uma boa opção aos portadores de surdez neurossensorial de severa a profunda que não têm condições de escutar e compreender a fala, ou mesmo que escutando alguns sons, essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional. Outro fator relevante à avaliação da possibilidade de realizar o IC é o uso prévio, sem resultados satisfatórios, de aparelhos auditivos clássicos. O IC possui uma parte externa e outra interna. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. A parte interna possui um receptor e estimulador, um eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular, através desses eletrodos implantados dentro da cóclea, o nervo auditivo que, por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons. O mau funcionamento ou a inexistência das células ciliadas internas é a principal causa da perda auditiva neurossensorial. Isso pode ocorrer por várias motivos, dentre eles estão: doenças genéticas ou infecciosas (como rubéola e meningite); exposição exagerada a sons muito intensos; a utilização de drogas ototóxicas (como canamicina, estreptomicina e cisplatina); processo natural do envelhecimento. É possível que em alguns indivíduos o nervo auditivo esteja danificado ou ausente. É isso que acontece em alguns casos de surdez congênita, em alguns tipos de fraturas especificamente localizadas na região do crânio onde o nervo auditivo está abrigado ou ainda devido a remoção de tumores. Em alguns desses casos ainda é possível utilizar o IC através da estimulação direta ao núcleo coclear dorsal(Kuchta J. 2002-06).  Entre as décadas de 80 e 90 ocorreu grande revolução na área dos ICs, devido a maior investimento em pesquisas. Até 1988 cerca de 3 mil pacientes haviam recebido o IC; em 1995 este número subiu para 12 mil; até o ano de 2008 este número já ultrapassa 120 mil. Segundo Gilford et al (2008) muitos pacientes conseguem atingir uma pontuação entre 90 e 100% de acerto nos testes padrões de inteligibilidade de sentenças em ambiente silencioso. Um grande desafio para os futuros ICs é melhorar o desempenho em ambientes ruidosos.  A cirurgia do Implante coclear é realizada com o objetivo de se inserir os dispositivos internos do implante (receptor e eletrodos). A técnica cirúrgica pode variar de acordo com o tipo de aparelho a ser implantado, pois existem diferenças de tamanho e espessura para os receptores internos e externos. Em todo paciente é realizado uma tomografia pré-operatória de osso temporal ou ressonância magnética para verificar a permeabilidade da cóclea. O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral durando em média 2 horas. É realizada tricotomia retro auricular ampliada e o paciente é operado em decúbito dorsal com rotação da cabeça expondo a área a ser explorada. A incisão é realizada na região retroauricular (3-4 cm) com um amplo retalho de pele, tecido subcutâneo e músculo. O retalho músculo-cutâneo pode ser realizado em forma de "C" ou "S" evitando-se lesar a irrigação arterial da região (veja figura).
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/83/Cirurgia_implante_01.png/220px-Cirurgia_implante_01.pngIncisão em "C" com local e posição de fixação do implante.
Didaticamente podemos dividir o procedimento em seis etapas:
  1. Mastoidectomia, com identificação do canal semicircular lateral, processo curto da bigorna (Figura ao lado, parte A).
  2. Timpanostomia posterior com exposição da janela redonda e cóclea (Figura ao lado, parte B).
  3. Fresagem do osso temporal para fixar o implante. No local da fresagem para fixação do implante retira-se toda camada muscular tentando diminuir assim, a distância entre os receptores externos e internos (Figura ao lado, parte B).
  4. Realização de uma cocleostomia. A escala timpânica é melhor encontrada se a cocleostomia é realizada anterior e superiormente à janela redonda e tem por objetivo criar uma via permeável onde será introduzido o conjunto de eletrodos (Figura ao lado, parte D).
  5. Colocação e fixação do receptor (Figura ao lado, parte C).
  6. Fechamento da incisão.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/82/Cirurgia_implante_02.png/220px-Cirurgia_implante_02.png
A) Mastoidectomia e uso de um modelo para marcar a área a ser fresada para colocação do implante. B) Timpanostomia posterior e fresagem do leito do implante. C) Fixação do implante no osso temporal. D) Introdução dos eletrodos na cóclea.

Riscos de Complicações cirúrgicas na implantação.

Como todo procedimento cirúrgico, o implante coclear está sujeito a complicações anestésicas e infecções no pós-operatório. Outras complicações seriam:
lesão do nervo facial, o que justifica o monitoramento peroperatório do nervo. Formação de fístulas liquóricas. Lesão do anel e membrana timpânica. Lesão do seio sigmóide. Lesão da dura-máter.
As complicações cirúrgicas são pouco freqüentes quando envolvem uma equipe cirúrgica bem treinada e com experiência na realização de tal procedimento. A habilitação ou reabilitação auditiva, em portadores de Implante Coclear (IC), têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrer, com o máximo resultado satisfatório, o desenvolvimento da linguagem e da comunicação oral. Para que se possa alcançar o objetivo proposto, são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente, para assim, maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC. A terapia fonoaudiológica pode ser realizada em sessões individuais ou em grupo. As sessões realizadas individualmente devem seguir, preferencialmente, a freqüência de duas a três sessões por semana. As sessões realizadas em grupo podem seguir a freqüência de uma sessão por semana. É importante ressaltar que o tais decisões somente poderão ser tomas após o conhecimento das reais necessidades do indivíduo em questão, ou seja, uma conduta nunca é igual a outra. A terapia individual deve objetivar o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas, para assim, possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo. Para que ocorra a terapia conjunta deve sempre respeitar alguns aspectos individuais, para que o grupo se torne o mais homogêneo possível. Tais aspectos são: tempo de utilização efetiva do IC, idade e nível cognitivo do paciente. É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional. Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante. Desde do primeiro contato do possível candidato ao IC com seu médico, uma série de profissionais estarão, de alguma forma, envolvidos. São eles: Otorrinolaringologistas, Fonoaudiólogos, Psicólogos e Assistentes Sociais.
Nota do Autor.
http://www.implantecoclear.org.br/sim/images/back_logo.jpg
"O Implante Coclear (ou popular "ouvido biônico" ) é um equipamento eletrônico computadorizado que substitui totalmente o ouvido de pessoas que tem surdez total ou quase total. Assim o implante é que estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos que são colocados dentro da cóclea e o nervo leva estes sinais para o cérebro. É um aparelho muito sofisticado que foi uma das maiores conquistas da engenharia ligada à medicina. Já existe há alguns anos e hoje mais de 100.000 pessoas no mundo já estão usando."
Dr. Ricardo Ferreira Bento.
É bom saber que esse serviço pode ser viabilizado para pessoas carentes, pobres economicamente. O Grupo do Dr. Ricardo, grupo de implante coclear realiza a avaliação e a cirurgia pelo SUS (sistema único de saúde) e atende pacientes de todos os lugares do país. Você pode marcar uma avaliação pelo SUS ou utilizando o seu convênio médico.
VEJA COMO MARCAR UMA AVALIAÇÃO NO GRUPO:
https://encrypted-tbn1.google.com/images?q=tbn:ANd9GcSdJTGhjAaUdHdUl44Sq8nBVX_ZI_OPaM-QHFhTb1bub3e-qyzX
AVALIAÇÃO PELO SUS.
2)Faça o seu cadastro, obtenha a senha de acesso e preencha o questionário de avaliação;
3) Você receberá por email a resposta da avaliação com base nos dados fornecidos e a data da primeira consulta.
PROCEDIMENTOS ESPECIAIS.
Cadastramento de pacientes para Implante coclear.
O SIM do Implante Coclear tem por objetivo agilizar o processo de entrevista e levantamento de informações do paciente por múltiplos profissionais para verificação da possibilidade de execução da cirurgia de Implante Coclear sem perda de informações e de modo ágil. Se você quer saber se o seu caso se enquadra nos nossos critérios técnicos para a realização do implante coclear cadastre-se e preencha o formulário. Antes de iniciar o cadastro é necessário que você tenha em mãos:
Relatório do médico otorrinolaringologista descrevendo a etiologia (causa) da surdez, tipo e grau.
Exame de audiometria ou BERA.
Sugerimos que se tiver dificuldade para preencher alguns dados, solicite ajuda a um médico otorrinolaringologista de sua confiança.
Impressão do formulário de cadastramento para candidato ao implante.
Caso deseje imprimir o formulário para candidato ao implante coclear antes de preenchê-lo com o objetivo de pedir orientação para um profissional otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo clique aqui.
Instruções para o Login.
Caso não consiga efetuar o login siga as instruções abaixo, escolhendo a que se adéqua ao navegador utilizado pelo usuário:
Internet Explorer: no menu Ferramentas, Opções da Internet, vá até a guia 'Privacidade' e então deixe o nível de segurança em Médio, se preferir, incluir o endereço da o Implante Coclear como site confiável, clique em Sites e inclua o endereço http://www.implantecoclear.org.br/sim/ e clique em OK.
Mozilla Firefox: no menu 'Ferramentas', vá até o link 'Opções', então no link da esquerda 'Privacidade' clique na seta de '+ Cookies' e selecione a opção 'Permitir o uso de cookies dos sites', também é possível incluir somente o endereço da o Implante Coclear como exceção, clique em OK para finalizar e estará pronto para se logar no SIM.
Cadastro para candidato ao o Implante Coclear.
CRIANÇAS MENORES DE 02 ANOS, NÃO PRECISAM FAZER O CADASTRO, ENTREM EM CONTATO NO TELEFONE (11) 2661-9491 (FALAR COM TAMMY).
A primeira parte do formulário será composta de informações relevantes a localidade do paciente, dados pessoais e informações para contato.
O cadastramento do candidato é composto de diversos formulários e o usuário somente será avaliado com tiver terminado de preencher todas as informações necessárias para a realização da cirurgia. Quando tiver finalizado o preenchimento o usuário terá uma mensagem na tela e receberá um email de confirmação da finalização do preenchimento.
CONVÊNIOS E PARTICULARES.
Não é preciso se cadastrar. Ligue para os telefones abaixo e solicite uma consulta com o médico otorrinolaringologista  Dr.  Robinson Koji Tsuji.
Fone: (11)30812012 - Pacientes UNIMED: (11) 27724792. Veja abaixo lista de convênios atendidos no Hospital das Clínicas:
a.      ABET - Associação Beneficente dos Empregados em Telecomunicações.
b.      Associação Beneficente de Assistência à Saúde - ABAS 15.
c.       Associação de Assistência Mútua à Saúde SBC.
d.      AGF - Brasil Seguros S.A.
e.       Assistência Médica São Paulo S/A.
f.       AFRESP - Associação dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo.
g.      ASSEFAZ - Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda.
h.      Banco Central do Brasil.
i.        Bardella S/A - Indústrias Mecânicas.
j.        Bradesco Seguros S. A.
k.      CABESP - Caixa Benef. dos Func. do Banco do Estado de São Paulo – Banespa.
l.        Care Plus Medicina Assistencial S/C Ltda.
m.    CASSI - Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.
n.      FUNCEF - Caixa Econômica Federal.
o.      CETESB - Cia de Tecnologia e Saneamento Ambiental.
p.      Comissão Nacional de Energia Nuclear.
q.      Companhia de Engenharia de Tráfego - C.E.T..
r.       Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB.
s.       Economus Instituto de Seguridade Social.
t.        Elkis & Furlanetto - Centro de Diagnósticos e Análises Clínicas Ltda
u.      EMBRAER - Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A.
v.      Emgepron - Empresa Gerencial de Projetos Navais.
w.    Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária – INFRAERO.
x.      Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A – EMBRATEL.
y.      Fundação América do Sul de Assistência e Seguridade Social.
z.       Fundação Antonio Prudente.
aa.  Fundação CESP.
bb. Fundação Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto.
cc.   Fundação SABESP de Seguridade Social – SABESPREV.
dd. Fundação São Francisco Xavier – FSFX.
ee.   Furnas Centrais Elétricas S. A.
ff.    Gama Gestão em Saúde.
gg.  GEAP - Fundação de Seguridade Social.
hh. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo.
ii.      Instituto de Previdência de Santo André.
jj.     Instituto Municipal de Assistência à Saúde do Funcionalismo.
kk. Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Roque.
ll.      Life System Assistência Médica S/C Ltda.
mm.                    Marítima Seguros S.A.
nn. Medial Saúde S.A . MEDICAL LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS S/S LTDA.
oo.  MEDISERVICE - Administradora de Planos de Saúde Ltda.
pp. METRUS - Instituto de Seguridade Social.
qq. Ministério do Exército - Hospital Geral de São Paulo.
rr.   Ministério Público do Trabalho - 2ª Região.
ss.    Notre Dame Seguradora S/A.
tt.     Petróleo Brasileiro S. A. – Petrobrás.
uu. Petrobrás Distribuidora S/A.
vv.  Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais Prensas Schuler S/A.
ww.                     PREVISAÚDE - Associação de Assistênca Médica Privada.
xx.  Procuradoria da República no Estado de São Paulo.
yy.  PRODESP - Cia. de Processamento de Dados do Estado de São Paulo.
zz.   Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora.
aaa.                     SERMA - Serviços Médicos Assistenciais SERPRAM - Serviços de Prestação de Assistência Médico Hospitalar Ltda.
bbb.                   SIM - Serviço Ibirapuera de Medicina S/ C Ltda.
ccc.                      Sistema Paulista de Assistência.
ddd.                   Sociedade Beneficente de Senhoras do Hospital Sírio Libanês.
eee.                      Sul América Serviços Médicos Ltda.
fff. Superior Tribunal Militar.
ggg.                     Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
hhh.                   Unafisco Sindical Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Tesouro Nacional.
iii.    Unibanco AIG Saúde Seguradora S/A.
jjj.   UNIHOSP Saúde S/A.
Professores especialistas é interessante conhecer o trabalho da Ana Cláudia e Paulo Matos, pais de Gabriel Martins Matos, encontraram uma maneira criativa de demonstrar como seria a cirurgia e a evolução da cirurgia de implante coclear que o garoto passaria. Com a ajuda do cartunista - e amigo - Ronaldo Oliveira, os pais montaram uma história em quadrinhos com personagens similares aos amigos, equipe e familiares do Gabriel relatando o passo a passo da cirurgia e as mudanças pela qual o garoto passaria. Não temos licença para transcrever aqui o integral texto. Assim visitem: HISTÓRIA EM QUADRINHOS, A EXPLICAÇÃO NA LINGUAGEM DO GABRIEL PARA A BOA REALIZAÇÃO DA CIRURGIA DE IMPLANTE COCLEAR.  http://www.implantecoclear.org.br/
Aparelho Auditivo.
Um aparelho auditivo tem como finalidade ajudar as pessoas com uma perda auditiva a perceber os sons. Atualmente, graças ao desenvolvimento da tecnologia digital e a um design bastante avançado, é hoje possível encontrar aparelhos auditivos tão pequenos que podem ser colocados no fundo do canal auditivo – sem prejuízo da reprodução sonora, a qual é tão clara e cristalina, como a dos melhores reprodutores sonoros modernos. Os aparelhos auditivos melhoram a compreensão da fala em várias situações e dão suporte às muitas funções do sistema auditivo humano como localização sonora, compreensão, etc.
Os ruídos de fundo sempre constituíram um dos maiores problemas dos utilizadores de aparelho auditivo. Os aparelhos digitais avançados são capazes de reduzir os ruídos e realçar os sons, que são importantes para compreender a fala. Este processo realiza-se automaticamente dentro do aparelho auditivo sem que o utilizador se aperceba disso. Outros recursos também estão disponíveis nas versões mais atuais como microfones direcionais para a fala, banda estendida de freqüência, que faz com que um maior número de sons seja amplificado e até mesmo a tecnologia Bluetooth. Esta, faz conexão entre equipamentos de audio e os aparelhos auditivos. A tecnologia dos aparelhos auditivos evoluiu muito na última década. Há aproximadamente 3 anos (2007), foi lançada no Brasil, uma nova Era de aparelhos, com a tecnologia Wireless (superior à Digital). A Telex Soluções Auditivas foi a primeira a trazer essa inovação
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c0/Hoergeraet_analog_050609.jpg/220px-Hoergeraet_analog_050609.jpg
Imagem 1 - Aparelho auditivo Retroauricular
Ficheiro:HearingAidTypes.jpg Imagem 2
O aparelho auditivo ajuda o ouvido a perceber os sons, amplificá-los e transmiti-los através do ouvido. Existem modelos retroauriculares e intracanais. Os retroauriculares podem ser do tipo BTE com molde ou com um adaptador fino; ou do tipo RITE (receiver in the ear), com o receptor externo, próximo á membrana timpânica. Esse último modelo tem sido o mais utilizado devido ao seu alto desempenho em amplificar os sons da fala e em não ocasionar o chamado "efeito de oclusão" que é tão comum em aparelhos intracanais. Um aparelho auditivo convencional é constituído pelas seguintes partes:
  • 1. Um microfone que capta os sons e os transforma em sinais elétricos.
  • 2. Um amplificador que aumenta o volume sonoro.
  • 3. Um alto-falante (em aparelhos auditivos chamado um telefone), que volta a transformar os sinais elétricos em sons.
  • 4. Um molde que assegura que o aparelho auditivo assente bem no canal auditivo, por onde os sons são transferidos para o tímpano (aparelhos do tipo retroauricular).
  • 5. Um tubo de plástico que conduz o som do aparelho auditivo para o molde (aparelhos do tipo retroauricular).
Já os mais modernos possuem um circuito integrado com um chip de alta velocidade de processamento de som onde, por meio de combinações binárias, ajustes automáticos vão sendo experimentados pelo usuário.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/96/Hearing_aid_20080620.jpg/150px-Hearing_aid_20080620.jpgImagem  3
As imagens 1, 2  e 3 são autorizadas a sua referência nos nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0)

http://s04.video.glbimg.com/x240/1218379.jpgPesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, desenvolveram o Manaus, um aparelho auditivo bem mais barato e que tem uma configuração que prolonga o tempo de uso da bateria. A expectativa é que o aparelho chegue ao mercado e reduza custos na saúde pública. Esse aparelho é, apenas, um amplificador. Atende bem áqueles que buscam uma solução para amplificar os sons porém não apresentam condições para pagar por recursos que promovem conforto e melhor inteligibilidade da fala. Hoje, existem empresas que montam o aparelho que o cliente deseja; com todos os recursos necessários para sua adaptação. O importante é procurar por quem tem um grande portfólio.  Pesquisadores da Universidade de São Paulo desenvolveram um aparelho auditivo bem mais barato que os que estão hoje no mercado. Isso deve aumentar muito o número de brasileiros em condições de usar essa novidade.  Se você já ouviu falar de remédio genérico, o que dizer de equipamento genérico? O novo aparelho auditivo é um deles. Parecido com todos os outros, mas até 57% mais barato.  O equipamento foi desenvolvido pela Faculdade de Medicina da USP, a partir de uma tecnologia conhecida, e de componentes importados, mas com uma configuração que prolonga o tempo de uso da bateria.  “Ele pode ser considerado um coringa porque é a mesma configuração eletrônica que você utiliza para projetar os aparelhos para todos os tipos de perda, sempre com baixo consumo de energia elétrica, uma mesma bateria dá uma autonomia bem ampla”, explicou o engenheiro Silvio Penteado. O aparelho, batizado de Manaus, foi testado durante um ano e meio por 20 pacientes. “Eles já eram usuários de aparelho e, no final da pesquisa, optaram por manter o uso desse aparelho”, disse a fonoaudióloga Isabela Jardim. Dona Eutália Lopes, que perdeu parte da audição nos dois ouvidos, aprovou a tecnologia: “Falar com minhas filhas, falar com meu esposo. Televisão que eu não escutava, agora eu escuto. Escuto bastante”, contou. Hoje apenas 11 pessoas usam o aparelho, mas a expectativa dos pesquisadores é que, dentro de um ano, ele comece a ser produzido em série, chegue ao mercado e ajude a reduzir os gastos com saúde pública. Setenta por cento dos aparelhos auditivos vendidos no Brasil hoje são comprados pelo governo e distribuídos pelo SUS, uma despesa de R$ 146 milhões por ano. A maioria dos aparelhos custa entre R$ 525,00 e R$ 700,00. O desenvolvido pelos pesquisadores brasileiros deve chegar ao mercado por cerca de R$ 300. “Com o novo aparelho, diminuindo custos, nós vamos conseguir trazer para uma maior população a possibilidade de acesso a eles”, explicou Sérgio Garbi, do HC-USP. Outra vantagem é que a manutenção vai ficar mais barata. Hoje, quando o aparelho quebra, muita gente não consegue pagar o conserto.
Jornal NacionalFONTE: REDE GLOBO DE TELEVISÃO. Jornal Nacional. 25/02/2010 – Brasil.
As Hipoacústicas.
As ondas sonoras chegam até o aparelho auditivo, fazem o tímpano vibrar que, por sua vez, faz os três ossos da orelha (martelo, bigorna e estribo) vibrarem; as vibrações são passadas para a cóclea, onde viram impulsos nervosos que são transmitidos ao cérebro pelo nervo auditivo. A cóclea (ou caracol, devido à sua forma) é a porção do ouvido interno dos mamíferos onde se encontra o órgão de Corti, que contém os terminais nervosos responsáveis pela audição. A cóclea esta relacionada com a audição e os canais semicirculares, com o equilíbrio. É um tubo ósseo enrolado em espiral dividido longitudinalmente em três compartimentos cheios de líquido, por meio de membranas. O compartimento central é onde se encontra o Órgão de Corti com as células ciliadas responsáveis pela sensação da audição, através dos movimentos do líquido circundante. O nervo vestíbulo-coclear (também conhecido como nervo auditivo ou nervo acústico) constitui, com o homólogo contralateral, o oitavo (VIII) par de nervos cranianos. É puramente sensitivo, penetra na ponte na porção lateral do sulco bulbo-pontino, entre a emergência do VII par e o flóculo do cerebelo, região denominada ângulo ponto-cerebelar. constituído de duas porções: a porção coclear está relacionada a fenômenos da audição e a porção vestibular com o equilíbrio. Embora unidas em um tronco comum, tem origem, funções e conexões centrais diferentes.
List of subjects in Gray's Anatomy:203  The Acoustic Nerve (Eighth Nerve) - The acoustic nerve consists of two distinct sets of fibers which differ in their peripheral endings, central connections, functions, and time of medullation. It is soft in texture and devoid of neurilemma.  http://www.nlm.nih.gov/mesh/ - Medical Subject Headings (MeSH) é um amplo vocabulário controlado para publicações de artigos e livros na ciência. http://www.nlm.nih.gov/cgi/mesh/2007/MB_cgi?mode=&term=Vestibulocochlear+Nerve

Ficheiro:Gray789.png
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d6/Brain_human_cranial_nerves.svg/200px-Brain_human_cranial_nerves.svg.pngNervos cranianos.
Ficheiro:Brain human normal inferior view with labels en.svg
Nervos cranianos são os que fazem conexão com o encefalo. Sua maioria liga-se ao tronco encefálico, exceto os nervos olfatório e o óptico, que ligam-se respectivamente ao telencéfalo e ao diencéfalo. As fibras dos nervo cranianos podem ser classificadas em aferentes e eferentes. Os dois tipos de fibras (aferentes e eferentes) são divididas em somáticas e viscerais que podem ser gerais ou específicas. Na biologia humana, os nervos cranianos agrupam-se em doze pares. Um nervo é uma estrutura de forma semelhante a um cabo, constituido de axônios e dendritos. Os nervos fazem parte do sistema nervoso periférico. Nervos aferentes conduzem sinais sensoriais (da pele ou dos órgãos dos sentidos, por exemplo) para o sistema nervoso central, enquanto nervos eferentes conduzem sinais estimulatórios do sistema nervoso central para os órgãos efetores, como músculos e glândulas. Estes sinais, às vezes chamados de impulsos nervosos, também são conhecidos como potenciais de ação: impulsos elétricos de condução rápida, que começam geralmente no corpo celular do neurônio e se propagam rapidamente através do axônio até a sua ponta ou "terminal". Os sinais se propagam do terminal ao neurônio adjacente através de um espaço chamado sinapse.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a7/Nerves_of_the_left_upper_extremity.gif/250px-Nerves_of_the_left_upper_extremity.gif
Danos aos nervos podem ser causados por lesões físicas, inchaço (por exemplo a Síndrome do túnel carpal), doenças auto-imunes (como a Síndrome de Guillain-Barré), diabetes ou falha dos vasos sanguíneos que irrigam o nervo. Nervos pinçados ocorrem quando pressão é aplicada ao nervo, usualmente por edemas causados por lesões ou gravidez. Dano nervoso ou nervos pinçados são usualmente acompanhados de dor, dormência, fraqueza ou paralisia. Os pacientes podem sentir estes sintomas em locais distantes do local realmente danificado, um fenômeno chamado de dor referida. Isto ocorre porque quando o nervo está danificado, a sinalização fica prejudicada em toda a área de que o nervo recebe impulsos e não apenas do local do dano.  Os pares de nervos cranianos I e II (nervo olfatório/olfactivo e nervo óptico, respectivamente), embora classificados como nervos cranianos, não são tecnicamente considerados nervos, mas sim prolongamentos do sistema nervoso central.  Os pares de nervos cranianos são numerados em algarismos romanos, de acordo com a ordem de sua origem aparente, da seguinte maneira:
NERVO
FUNÇÃO
COMPONENTES
NÚCLEO(S)
I
OLFATO
SENSITIVO
NÚCLEO OLFATÓRIO ANTERIOR
II
VISÃO
SENSITIVO
NÚCLEO GENICULADO LATERAL
III
MOTRICIDADE DOS MÚSCULOS CILIAR, ESFÍNCTER DA PUPILA, TODOS OS MÚSCULOS EXTRÍNSECOS DO BULBO DO OLHO, EXCETO OS LISTADOS PARA OS NERVOS CRANIANOS IV E VI
MOTOR
OCULOMOTOR NUCLEUS, EDINGER-WESTPHAL NUCLEUS
IV
MOTRICIDADE DO MÚSCULO OBLÍQUO SUPERIOR DO BULBO DO OLHO
MOTOR
NÚCLEO TROCLEAR
V
CONTROLE DOS MOVIMENTOS DA MASTIGAÇÃO (RAMO MOTOR);
PERCEPÇÕES SENSORIAIS DA FACE, SEIOS DA FACE E DENTES (RAMO SENSORIAL).
SENSITIVO E MOTOR
PRINCIPAL SENSORY TRIGEMINAL NUCLEUS, SPINAL TRIGEMINAL NUCLEUS, MESENCEPHALIC TRIGEMINAL NUCLEUS, TRIGEMINAL MOTOR NUCLEUS
VI
MOTRICIDADE DO MÚSCULO RETO LATERAL DO BULBO DO OLHO
MOTOR
NÚCLEO ABDUCENTE
VII
CONTROLE DOS MÚSCULOS FACIAIS – MÍMICA FACIAL (RAMO MOTOR);
PERCEPÇÃO GUSTATIVA NO TERÇO ANTERIOR DA LÍNGUA (RAMO SENSORIAL).
SENSITIVO E MOTOR
NÚCLEO FACIAL, NÚCLEO SOLITÁRIO, NÚCLEO SALIVATÓRIO SUPERIOR
VIII
VESTIBULAR: ORIENTAÇÃO E MOVIMENTO. COCLEAR: AUDIÇÃO
SENSITIVO
NÚCLEO VESTIBULAR, NÚCLEO COCLEAR
IX
PERCEPÇÃO GUSTATIVA NO TERÇO POSTERIOR DA LÍNGUA, PERCEPÇÕES SENSORIAIS DA FARINGE, LARINGE E PALATO.
SENSITIVO E MOTOR
NÚCLEO AMBÍGUO, NÚCLEO SALIVATÓRIO INFERIOR, NÚCLEO SOLITÁRIO
X
PERCEPÇÕES SENSORIAIS DA ORELHA, FARINGE, LARINGE, TÓRAX E VÍSCERAS. INERVAÇÃO DAS VÍSCERAS TORÁCICAS E ABDOMINAIS.
SENSITIVO E MOTOR
NÚCLEO AMBÍGUO, NÚCLEO VAGAL MOTOR DORSAL, NÚCLEO SOLITÁRIO
XI
CONTROLE MOTOR DA FARINGE, LARINGE, PALATO, DOS MÚSCULOS ESTERNOCLEIDOMASTÓIDEU E TRAPÉZIO.
MOTOR
NÚCLEO AMBÍGUO, NÚCLEO ACESSÓRIO ESPINHAL
XII
MOTRICIDADE DOS MÚSCULOS DA LÍNGUA (EXCETO O MÚSCULO PALATOGLOSSO)
MOTOR
NÚCLEO HIPOGLOSSO
As problemáticas orgânicas na audição podem comprometer o Equilíbrio postural, que  é a manutenção da posição de equilíbrio (estático ou mecânico) do corpo de um animal. Nos vertebrados, o equilíbrio postural é controlado por vários receptores sensoriais. No homem, atuam no equilíbrio os olhos, o sistema vestibular do ouvido interno e os proprioceptores localizados nas articulações e nos músculos. Daqui resulta que afecções em qualquer um desses orgãos podem levar a transtornos no equilíbrio(Kirkwood, Renata "Treinamento do Equilíbrio" slides no site do Grupo de Estudos da Marcha da Universidade Federal de Minas Gerais –Brasil. Acessado a 2 de setembro de  2012.)

Receptor sensorial.

Num sistema sensorial, um receptor sensorial é a estrutura que reconhece um estímulo no ambiente interno ou externo de um organismo. Os receptores sensoriais localizam-se nos órgãos dos sentidos e são terminais nervosos com a capacidade de receber um determinado estímulo e transformá-lo em impulso nervoso. Esses receptores são classificados de acordo com a natureza do estímulo para os quais são sensíveis:
1.      Quimioceptores, sensíveis à presença ou concentração de determinadas substâncias, como os responsáveis pelo paladar e olfato;
2.      Fotoceptores, sensíveis à luz, como os cones e bastonetes dos olhos;
3.      Termoceptores, sensíveis às mudanças da temperatura;
4.      Mecanoceptores, responsáveis pelas sensações tácteis e auditivas.
Numa classificação mais geral, podem considerar-se três tipos principais de receptores sensoriais:
1.      Exteroceptores, que recebem estímulos do exterior do animal;
2.      Visceroceptores, que recebem estímulos dos órgãos internos, e...
3.      proprioceptores, localizados principalmente nas articulações, músculos e tendões, dão ao sistema nervoso central informações sobre a posição do corpo ou sobre a força que é necessário aplicar.
No corpo humano existem vários tipos especializados de receptores sensoriais, entre os quais:
2.      Discos De Merkel;
3.      Receptores Dos Folículos Pilosos;
4.      Corpúsculos De Pacini;
6.      Corpúsculos De Krause E Rufinni;
7.      Fusos Neuromusculares;
9.      Sistema Vestibular.

 

Mecanorreceptor.

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Corpúsculo de Pacini.
Um mecanorreceptor ou mecanoceptor é um receptor sensorial que responde a pressão ou outro estímulo mecânico. Incluem-se neste grupo os sensores que nos ouvidos são capazes de captar as ondas sonoras, os sensores tato|táteis e os que são responsáveis pelo equilíbrio postural, ou propriocepção[. No homem, os mecanoceptores incluem, entre outros:


Perdas Auditivas.
A audição é o sentido que mais nos coloca dentro do mundo e a comunicação humana é um bem de valor inestimável. Costuma-se não perceber a importância da audição em nossas vidas a não ser quando começa a faltar a nós próprios. A surdez, por ser um defeito invisível, não recebe da sociedade a mesma atenção que é dada aos portadores de outras deficiências. O deficiente auditivo tende a se separar de outras pessoas, trazendo para si as conseqüências do isolamento. A dificuldade maior ou menor que ele tem para ouvir e se comunicar depende do grau de surdez, que pode ser leve, moderada, severa e profunda.  
Graus de surdez.  
Nas perdas auditivas de grau leve os pacientes costumam dizer que ouvem bem, mas, às vezes, não entendem o que certas pessoas falam. Para haver uma boa comunicação temos que ouvir e entender. Não basta somente ouvir. Um teste de audição (audiometria) vai revelar se há, de fato, alguma deficiência auditiva. Nas perdas auditivas de grau moderado para severo, os sons podem ficar distorcidos, e na conversação as palavras se tornam abafadas e mais difíceis para entender, principalmente quando as pessoas estão conversando em locais com ruído ambiental ou salas onde existe eco. O som da campainha e do telefone torna-se difíceis de serem ouvidos; o deficiente auditivo pede a todo o momento que falem mais alto ou que repitam as palavras.  Nas perdas auditivas profundas existe apenas um resíduo de audição. O deficiente ouve apenas sons intensos ou percebe somente vibrações. Crianças com problemas de audição terão dificuldades no desenvolvimento da linguagem. Se a criança estiver ouvindo mal, o aprendizado na escola será mais difícil. Como o ouvido é dividido  
1.      - Ouvido externo: pavilhão auricular, conduto auditivo e tímpano.
2.      - Ouvido médio: os 3 ossinhos (martelo, bigorna , estribo), abertura da tuba auditiva. A função da tuba auditiva é manter o arejamento da cavidade do ouvido médio.
3.      - Ouvido interno ou labirinto, é formado pela cóclea (audição) e aparelho vestibular (equilíbrio).
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Como já descrito detalhadamente em outros subtítulos, o ouvido é dividido em três partes: externo, médio e interno. Para entender a condução e percepção do som não se deve esquecer que o ouvido externo é formado pelo pavilhão auricular e canal auditivo com a membrana timpânica no fundo do canal. No ouvido médio estão os três ossículos (martelo, bigorna, estribo) e a abertura da tuba auditiva. O ouvido interno também chamado de labirinto é formado pelo aparelho vestibular (equilíbrio) e cóclea (audição). O som chega ao cérebro através do nervo coclear.  
Tipos de surdez
1.      Condução;
2.      Percepção;
3.      Mista.
 A perda auditiva pode ser de condução quando existe um bloqueio no mecanismo que conduz o som desde o canal auditivo até o estribo.
Algumas causas importantes de surdez de condução:
1.      Acúmulo de cera no canal do ouvido;
2.      Perfuração no tímpano;
3.      Infecção no ouvido médio;
4.      Lesão ou fixação dos pequenos ossinhos (martelo, bigorna, estribo).
A surdez de percepção ou sensorioneural (lesão de células sensoriais e nervosas) é aquela provocada por problema no mecanismo de percepção do som desde o ouvido interno (cóclea) até o cérebro. Algumas causas importantes de surdez de percepção ou sensorioneural:
1.      Ruído intenso é causa frequente de surdez. Intensidades de som acima de 80 decibéis podem causar perdas auditivas induzidas pelo ruído (PAIR). As lesões no ouvido interno podem ocorrer após uma exposição simples ao ruído ou após exposições prolongadas de meses ou anos. Exemplos de ruídos mais comuns causadores de surdez: máquinas industriais, armas de fogo, motocicletas, máquinas de cortar grama, música em volume alto, estouro de foguetes.
2.      Infecções bacterianas e virais, especialmente rubéola, caxumba e meningite.
3.      Certos medicamentos como alguns antibióticos, ácido acetilsalicílico e outros.
4.      Idade. A perda auditiva gradual devido ao fator idade, denominada presbiacusia, é uma ocorrência quase habitual nos idosos. A deficiência auditiva abrange cerca de 30 por cento nas pessoas acima de 65 anos e 50 por cento acima de 75. A presbiacusia é a causa mais comum de surdez e provavelmente resulta de uma combinação de vulnerabilidade genética, doenças e/ou distúrbios metabólicos ( diabete, por exemplo) e exposição a ruídos. É um processo degenerativo de células sensoriais do ouvido interno e fibras nervosas que conectam com o cérebro.
5.      Surdez congênita. Quando uma criança nasce surda a causa pode ser hereditária (genética) ou embrionária (intra-uterina). Entre as causas intra-uterinas mais freqüentes estão a rubéola, sífilis, toxoplasmose, herpes, alguns tipos de vírus e certos medicamentos usados na gestante.
6.      Variação de pressão no líquido do ouvido interno pode ocasionar perda gradativa da audição; esta alteração é chamada doença de Menière e vem acompanhada, em sua forma clássica, de vertigem e zumbido.
7.      Tumores benignos e malignos que atingem o ouvido interno ou a área entre o ouvido interno e o cérebro podem causar surdez, como por exemplo, o neurinoma, colesteatoma ,glómus, carcinoma.
A surdez é mista quando ambos os mecanismos (condução e percepção) estão alterados.
NOTA DO AUTOR.
Educador, recomenda-se fique atento do procedimento adotado pelo  médico para fazer o diagnóstico.  O tipo de surdez e o diagnóstico é feito através da história do paciente, exame do ouvido e testes com instrumental especializado. O exame complementar mais importante e indispensável é a audiometria. Muitas vezes a surdez vem acompanhada de tontura e zumbido. Nestes casos, investiga-se também o labirinto (a parte do equilíbrio) e o sistema nervoso relacionado com as queixas. O exame por imagem como a ressonância magnética (RM) pode ser necessária quando há suspeita de tumor. Acompanhando o tratamento de seu aluno. O tratamento da surdez depende da causa. Alguns exemplos de surdez e respectivos tratamentos:
Se a perda auditiva for devido a um acúmulo de cera no canal do ouvido, o médico simplesmente fará a remoção com o instrumental do consultório.
Nas perfurações timpânicas e nas lesões ou fixação dos ossículos (martelo, bigorna, estribo), o tratamento é cirúrgico.
Nos casos de secreção acumulada atrás do tímpano (otite secretora) por mais de 90 dias, a cirurgia também está indicada.
Na doença de Menière (surdez, tontura, zumbido), o tratamento é clínico e, às vezes, cirúrgico.
Em casos de tumores, o tratamento indicado pode ser essencialmente cirúrgico, radioterápico ou radio cirúrgico.
 Aparelhos auditivos. 
A grande maioria dos pacientes com surdez se beneficia com o uso dos aparelhos auditivos convencionais, cuja função é amplificar os sons. Para outros que não podem usar os aparelhos auditivos convencionais, ou que se beneficiam pouco com eles, estão indicados os aparelhos eletrônicos cirurgicamente implantáveis. Para pacientes com surdez severo-profunda, que não se beneficiam com nenhum desses aparelhos, está indicado o implante coclear. Os implantes cocleares são sistemas eletrônicos implantados cirurgicamente, que têm a função de transmitir estímulos elétricos ao cérebro através do nervo auditivo. No cérebro, esses estímulos elétricos são interpretados como sons.
Como se previne.  
Na metade do último século, houve um grande avanço na otologia e na prevenção da surdez. Infelizmente, este avanço não é universal. Pelo menos, um terço da população mundial não é beneficiado por causa da extrema pobreza em que vive.  A prevenção nas pessoas expostas a ruídos intensos, em geral os trabalhadores da indústria pesada, se faz atuando-se sobre a fonte emissora, ou protegendo-se cada trabalhador com o uso de protetores-abafadores colocados nos ouvidos. A prevenção da surdez hereditária é feita através do aconselhamento genético aos pais. Cuidados médicos no período pré-natal previnem surdez na criança que vai nascer. Doenças como a rubéola, sífilis e toxoplasmose na gestante são exemplos de doenças que podem causar surdez e outras anomalias. Toda mulher, especialmente dos 15 aos 35 anos, deve vacinar-se contra a rubéola. A vacinação é simples e altamente eficaz. Cuidado deve haver também com remédios tóxicos ao ouvido da criança e que são administrados na gestante. Após o nascimento, a audição da criança pode ficar comprometida por certas doenças infecciosas como meningite, caxumba ou sarampo, contra as quais existe vacinação eficaz. Cuidado novamente com alguns remédios, especialmente certos antibióticos que podem lesar o ouvido da criança. Com os progressos da ciência e tecnologia o diagnóstico de surdez numa criança pode ser feito desde o nascimento. Se há suspeita, a consulta médica deve ser imediata. O tratamento da criança surda deve ser iniciado cedo, já nos primeiros meses. Quanto antes for iniciado o trabalho de habilitação na criança surda, melhor será o aproveitamento na aquisição da linguagem.
Antibióticos. 
Antibiótico é nome genérico dado a uma substância que tem capacidade de interagir com micro-organismos unicelulares ou com seres pluricelulares que causam infeções no organismo. Os antibióticos interferem com os micro-organismos, matando-os ou inibindo seu metabolismo e/ou sua reprodução, permitindo ao sistema imunológico combatê-los com maior eficácia. O termo antibiótico tem sido utilizado de modo mais restrito para indicar substâncias que atingem bactérias, embora possa ser utilizado em sentido mais amplo (contra fungos, por exemplo). Ele pode ser bactericida, quando tem efeito letal sobre a bactéria ou bacteriostático, se interrompe a sua reprodução ou inibe seu metabolismo(Dicionário Digital de Termos Médicos 2007. PDAMED. Página visitada em 1 de setembro de 2012). As primeiras substâncias descobertas eram produzidas por fungos, como a penicilina. Atualmente são sintetizadas ou alterados em laboratórios farmacêuticos e têm a capacidade de impedir ou dificultar a manutenção de um certo grupo de células vivas.
Ficheiro:Penicillin-core.png
 Estrutura geral das penicilinas, um grupo de antibióticos.
Evolução da surdez.  
A evolução da surdez depende do tipo (condução ou percepção) e da causa. Casos existem em que a audição é totalmente recuperada com medicamentos, cirurgias ou aparelhos auditivos. Exemplos: otites, perfurações do tímpano, fixação dos ossículos. Se houver uma perda auditiva devido à exposição a ruídos acima do limite tolerável (80 decibéis), a audição pode retornar ao normal em 24 horas. Entretanto, se essa exposição for repetitiva, a lesão causada no ouvido interno poderá ser definitiva e a surdez, irreversível. Nas crianças com otite média e perdas auditivas, a audição tende a normalizar com tratamento adequado. Na presbiacusia (surdez do idoso) e na perda auditiva por certos medicamentos de uso contínuo, a surdez tende a aumentar gradativamente.  

Decibéis.
O decibel (dB) é uma unidade logarítmica que indica a proporção de uma quantidade física (geralmente energia ou Intensidade) em relação a um nível de referência especificado ou implícito. Uma relação em decibéis é igual a dez vezes o logaritmo de base 10 da razão entre duas quantidades de energia. Um decibel é um décimo de um bel, uma unidade raramente usada(IEEE Standard 100 Dicionário de Termos Standards IEEE,Sétima Edição, The Institute of Electrical and Electronics Engineering, New York, 2000; ISBN 0-7381-2601-2; página 288)
Decibel na medida física do som.
O som é uma oscilação na pressão do ar (ou de outro meio elástico) capaz de ser percebida pelo ouvido humano. O número de oscilações da pressão do ar por unidade de tempo define sua freqüência, enquanto que a magnitude da pressão média define a potência e a intensidade sonora. A freqüência é expressa em hertz (ou ciclos/segundo) e a pressão em pascal (ou newtons/m2), enquanto que a potência é a energia emitida pela fonte sonora por unidade de tempo, expressa em joules/s ou W (estamos usando unidades do Sistema Internacional). A intensidade sonora pode ser definida como potência por unidade de área, expressa em watt/m2. Essas escalas para medida de pressão, potência e intensidade das ondas sonoras são escalas lineares. Contudo, a pressão, a potência e a intensidade dos sons captados pelo ouvido humano cobrem uma ampla faixa de variação. Por exemplo, um murmúrio irradia uma potência de 0.000 000 001 watt, enquanto que o grito de uma pessoa comum tem uma potência sonora de aproximadamente 0.001 watt; uma orquestra sinfônica chega a produzir 10 watts enquanto que um avião a jato emite 100 000 watts de potência ao decolar. Sendo assim, uma escala logarítmica, como o **decibel**, é mais adequada para medida dessas grandezas físicas. Por este motivo, são usadas as seguintes escalas logarítmicas:

Nível de Pressão Sonora.

dB_{\rm SPL}=20\,\log( P_{\rm ef}/P_o)
P_{\rm ef}= valor eficaz da pressão sonora.
P_o=2\times 10^{-5}\, {\rm N/m}^2

Nível de Intensidade Sonora.

dB_{\rm IL} =10\, \log(I/I_o)
I = intensidade acústica I_o=10^{-12}\, {\rm W/m}^2

Nível de Potência Sonora.

dB_{\rm PWL}=10\, \log(W/W_o)
W = potência acústica
W_o=10^{-12}\, {\rm W}
Os valores de referência, Po, Io e Wo, correspondem aos limiares (ou umbrais) de percepção do ouvido humano. Note que o dB no umbral é zero. Nas expressões acima temos:
SPL = sound pressure level;
IL = (sound) intensity level;
PWL = (sound) power level.

Esta é uma dúvida que muitas pessoas têm. Segundo o "Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa" (2 a. edição Revista e Atualizada), o plural de bel é bels, enquanto para o plural de decibel as duas formas são corretas: decibels e decibéis. Entretanto, no Brasil, o Decreto Federal No. 81.621 de 03/05/1978 (Anexo 3.2), sobre o Quadro Geral de Unidades de Medidas, estabelecem que a forma legal do plural de decibel é decibels. Estas duas são as interpretações populares da questão das unidades e dos seus plurais, mas estão erradas. [carece de fontes?] Uma unidade é um qualificativo, um padrão, não uma quantidade. As unidades não têm, portanto plural, nem gênero. Uma "unidade" é UM. Em rigor deve-se, portanto dizer 1 decibel (1x1 decibel), 10 decibel 10x1 decibel, dez vezes a unidade padrão decibel), etc. Por outro lado, essa informação pode ser facilmente refutada apresentando os plurais "metros", "horas" e "quilogramas" para as unidades "metro", "hora" e "quilograma". A confusão é comum porque não há plurais nas simbologias das unidades (2 metros = 2m, 11 horas = 11h e 30 quilogramas = 30kg). Ver definição de unidades de medida.
Prontuário do Aluno no AEE/EESpc.
No prontuário do aluno do AEE no INESPEC em 2013, deve conter indicativos de questionamentos nos termos:
1.      Nome do Aluno com Surdez.
2.      A causa da surdez.
3.      Os procedimentos que devem ser repassados a família para fazer melhorar a audição.
4.      Instruções preventivas para evitar que audição do discente  piore.

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