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quarta-feira, 15 de março de 2017

Tensão muscular. Sensação de tensão, dificuldade para relaxar, tremores, estremecimentos, contraturas, desconforto torácico, cefaléias, dores diversas e inespecíficas.



Tensão muscular.
Sensação de tensão, dificuldade para relaxar, tremores, estremecimentos,  contraturas, desconforto torácico, cefaléias, dores diversas e inespecíficas.
Comportamento.
Inquietação (movimentar as mãos, pernas, investigar o ambiente, andar de um lado a outro ), esquiva (evita situações que desencadeiam ansiedade ou medo), sobressaltos, insônia, irritação, sobressaltos, insônia.
Psíquicos.
Nervosismo, apreensão, sensação de que algo ruim vai acontecer, mal-estar indefinido, insegurança e dificuldades na concentração, sentir-se “nervoso”, no limite ou mentalmente tenso; medo de perder o controle, de ficar louco, desmaiar ou morrer.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/68/Genome.jpg/400px-Genome.jpg
O GENOMA HUMANO É UM GENOMA.
Embora as regiões não codificantes tenham sido chamadas de Junk DNA uma vez que não são expressas, pesquisadores tem descoberto que muitas delas regulam a expressão de outras seções do ADN (em Cohen, Jon. Almost Chimpanzee: Searching for What Makes us Human, in Rainforests, Labs, Sanctuaries, and Zoos (em inglês). New York: Times Books, 2010. 369 p. p. 24-26. ISBN 978-0-8050-8307-1). Em biotecnologia, o genoma é toda a informação hereditária de um organismo que está codificada em seu DNA (ou, em alguns vírus, no RNA). Isto inclui tanto os genes como as sequências não-codificadoras (conhecidas como ADN-lixo, ou junk ADN - já não é um termo muito usual, apenas não se sabe ao certo a sua função na célula). O termo foi criado, em 1920, por Hans Winkler, professor de Biotecnologia na Universidade de Hamburgo, entretanto não é mais usado, porque se sabe que estas sequências não codificadoras são muito importantes para a regulação gênica, dentre outras funções. Mais precisamente, o genoma de um organismo é uma sequência de DNA completa de um conjunto de cromossomos; por exemplo, um dos dois conjuntos que um indivíduo diplóide contém em cada uma das suas células somáticas. Quando se diz que o genoma de uma espécie que se reproduz sexualmente foi "sequenciado", normalmente está a referir-se à determinação das sequências de um conjunto de autossomos e de um de cada tipo de cromossomo sexual, que determinam o sexo. Mesmo em espécies cujos indivíduos são todos do mesmo sexo, o que é descrito como "uma sequência genómica" pode ser um composto de cromossomos de vários indivíduos. Em português corrente, a expressão constituição genética pode ser usada para designar o genoma de um dado indivíduo ou organismo. O estudo das propriedades globais dos genomas de organismos relacionados chama-se geralmente genómica, termo que distingue essa disciplina da anatomia, que em geral se preocupa com o estudo das propriedades de genes únicos ou de grupos de genes. 
1) É o conjunto simples de cromossomos de uma célula (cariótipo). É o conjunto formado por apenas um cromossomo de cada tipo, na espécie estudada. No ser humano o genoma é constituído de 10 cromossomos diferentes.
2) Projeto genoma, denominação dada a tarefa de decodificação do DNA humano aceita por diversas nações associadas.
O genoma humano é um genoma(geo: que forma e ma: ação) do Homo sapiens, é a sequência dos 23 pares de cromossomos do núcleo de cada célula humana diplóide. Dos 23 pares, 22 são cromossomos autossômicos e um par é determinante do sexo (o cromossomo X nas mulheres e o cromossomo Y nos homens). O Projeto Genoma Humano produziu uma sequência de referencia do genoma humano eucromático, usado em todo o mundo e nas ciências biomédicas. O genoma humano possui cerca de 27.000 genes, que codificam todas as proteínas humanas com exceção daquelas codificadas pela mitocôndria.  A sequência de DNA que conforma o genoma humano contém codificada a informação necessária para a expressão altamente coordenada e adaptável ao ambiente, do conjunto de proteínas humanas, o proteoma. As proteínas e não o DNA, são as principais biomoléculas reguladoras, sinalizadoras, organizando-se em enormes redes funcionais de interação. Em definitivo, o proteoma fundamenta particularmente a morfologia e a funcionalidade de cada célula, assim como, a organização estrutural e funcional de células distintas conforme cada tecido, órgão e finalmente um organismo em seu conjunto. Assim o genoma humano contém a informação básica necessária para o desenvolvimento físico de um ser humano completo.
Conteúdo de genes e tamanho do genoma de vários organismos[2]
Espécie
Tamanho do
genoma (Mb)
Número
de genes
0,58
500
2,2
2300
4,6
4.400
12
5.800
97
19.000
125
25.500
180
13.700
Oryza sativa (arroz)
466
45-55.000
2500
29.000
Homo sapiens (ser humano)


SÍNDROMES: O Genoma Humano e sua prevenção.
SÍNDROME DE DOWN.
Cientistas desenvolvem exame de sangue para prever síndrome de Down. Mulheres gestantes poderão dentro em breve fazer um exame de sangue, em lugar de submeter-se a exames invasivos arriscados, para prever a probabilidade de seu bebê ter síndrome de Down...(Centro de Estudos do Genoma Humano - Rua do Matão - Travessa 13, nº 106 -Telefone: (11) 3091-7966 Ramal 15. Cidade Universitária CEP: 05508-090. São Paulo - SP / Brasil), disseram cientistas do Centro de Estudos do Genoma Humano. Em um estudo publicado no periódico Nature Medicine, pesquisadores do Chipre disseram que um teste com 40 gestantes usando o exame, no qual é analisado o sangue da mãe para detectar diferenças de DNA entre a mãe e o feto, mostrou que o exame previu com precisão os fetos que tinham risco de apresentar a síndrome. Philippos Patsalis, diretor médico do Instituto Chipre de Neurologia e Genética, que comandou o estudo, disse que os resultados são “muito instigantes” e que agora o experimento precisa ser testado em um estudo maior com cerca de mil gestações, mas que pode levar a mudanças em práticas clínicas dentro de dois anos. “Acreditamos que poderemos modificar este exame, tornando-o muito mais fácil e simples, e então teremos algo para ser introduzido na prática clínica,” disse Patsalis à Reuters em Nicósia. A síndrome de Down é um distúrbio genético e ocorre em um de cada 700 bebês nascidos vivos em todo o mundo. O risco de ter um bebê com síndrome de Down – que ocorre quando uma criança tem três cópias do cromossomo 21, em vez das duas normais – aumenta com a idade da gestante. O risco incorrido quando a mãe tem 40 anos é 16 vezes maior que o de uma mãe de 25.  Atualmente, os médicos usam um exame chamado amniocentese para verificar a probabilidade de um bebê nascer com a síndrome de Down. O exame geralmente é realizado com 15 ou 16 semanas de gestação e exige a retirada de líquido amniótico da mãe, com a inserção de uma agulha oca no útero. Como a amniocentese traz um pequeno risco de aborto espontâneo – que Patsalis avaliou em 1 ou 2 por cento , dos cientistas vêm buscando maneiras menos invasivas de fazer exames para Down e outros potenciais problemas genéticos. O método de Patsalis aproveita as diferenças nos padrões de metilação do DNA – que são importantes para controlar os níveis de genes – entre a mãe e o feto. Para isso, uma amostra pequena de sangue é retirada da mãe entre a 11a e a 13a semana da gestação, e a presença de cópias extras do cromossomo 21 no feto é detectada com a análise do sangue materno. Em uma prova pequena, a equipe de Patsalis pôde diagnosticar corretamente 14 casos em que havia cópias extras do cromossomo, além de 26 fetos normais. “A abordagem não invasiva vai evitar o risco de aborto espontâneo de gestações normais provocado pelos procedimentos atuais, mais invasivos,” escreveram os cientistas no artigo aqui comentado.
Genoma Humano - O Mapa do Envelhecimento e da Morte.
Nascer, crescer, viver, envelhecer e morrer. Tudo isso faz parte do nosso relógio biológico. Veja neste link o video como os Genes controlam este relógio ,e mostra se um dia será possível a Imortalidade(Genes Genética Genoma Humano DNA Imortalidade Envelhecer Envelhecimento Progeria Síndrome de Hutchinson-Gilford).
O Centro de Estudos do Genoma Humano  tem como principal objetivo ampliar nossa compreensão a respeito da função e controle gênico, através do estudo de doenças genéticas, com um maior enfoque no desenvolvimento neuromuscular, craniofacial e cerebral. Uma parte fundamental da missão do Centro é de contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para tratamento de condições genéticas ou adquiridas, principalmente através de pesquisas com células-tronco. A principal ferramenta para atingir estes objetivos é primeiramente identificar os genes e fatores que produzem e modulam os fenótipos das doenças. A identificação dos genes associados às doenças que apresentam padrões atípicos de herança ou hereditariedade complexa é um desafio. Estudos em modelos animais, tais como camundongos e cães já foram implantados em nosso Centro, e modelos como o zebrafish para estudo de anomalias craniofaciais ou neuromusculares, serão introduzidos. Por outro lado, os pesquisadores se utilizam de mapeamento para a identificação de genes de susceptibilidade a doenças multifatoriais, que requer a caracterização da população com marcadores de ancestralidade. Esta estratégia vai permitir o estudo de doenças complexas na população brasileira, que é altamente miscigenada. A investigação de variação no número de cópias de segmentos de DNA em plataformas de alta-resolução é uma ótima estratégia para revelar micro-rearranjos genômicos que podem causar um grande espectro de fenótipos clínicos. Por fim, a possibilidade futura de tratar pacientes afetados é um dos principais objetivos que está sendo pesquisado através de terapia celular e gênica em diferentes modelos animais. As duas principais linhas de pesquisas consistem em:
Definir os fatores genéticos responsáveis por doenças genéticas humanas – incluindo a identificação de novos genes responsáveis por doenças genéticas, estudos cromossômicos, estudo dos mecanismos que modulam a expressão genotípica, análise funcional, o estudo das doenças complexas e a variação genética da população;
Desenvolvimento de abordagens terapêuticas para doenças genéticas, incluindo o estudo do potencial regenerativo das células-tronco de diferentes origens, abordagens farmacológicas e o estudo de genes modificadores.

INCT: Células Troncos em Doenças Genéticas Humanas.

O projeto tem como proposta estabelecer um centro de referência, associado ao Centro de Estudos do genoma Humano para criação de banco de células tronco humanas e desenvolvimento de pesquisa em Genética Humana com base nessas células, no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.
Para alcançar esses objetivos, a instituição planejou:
  1. Estabelecer um banco de células tronco e de DNA, obtidos de indivíduos portadores de diferentes doenças genéticas e de indivíduos normais da população geral, como grupo controle. Amostras de DNA e tecidos de pessoas com mais de 80 anos, gozando de boa saúde serão também armazenadas. Essas linhagens celulares e amostras de DNA serão utilizadas pelos investigadores do CETGEN em seus projetos de pesquisa. Investigadores de fora poderão obter células depositadas no banco, para uso em projetos de pesquisa, após aprovação do projeto pelo Comitê Consultivo do CETGEN. O banco de células representará a core facility do CETGEN e dará apoio para os projetos de pesquisa desenvolvidos por pesquisadores do centro e externos.
  2. Expandir nossa investigação básica e pré-clínica, utilizando células tronco em diferentes modelos experimentais, visando aumentar o conhecimento sobre o crescimento e a diferenciação celular e contribuir para potenciais terapias.

CTC – TERAPIA CELULAR EM DOENÇAS GENÉTICAS:

NEUROMUSCULARES, NEURODEGENERATIVAS E CRANIOFACIAIS.

A proposta do Centro é de estabelecer infra-estrutura para produção de células tronco humanas de acordo com as boas práticas de manipulação e com os padrões vigentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). A produção destas células poderá contribuir para garantir a qualidade das pesquisas a serem desenvolvidas tanto em relação a projetos da área básica como aqueles que envolvem ensaios pré-clínicos em modelos animais e em humanos. A produção destas células será para uso não só dos pesquisadores vinculados a esta proposta, mas também para qualquer pesquisador da rede nacional de terapia celular (RNTC), sendo que o projeto deverá estar previamente aprovado em comitês de Ética locais e/ou CONEP. Em um primeiro momento, o CENTRO se propõe a produzir células, troncos a partir de tecido adiposos e de polpa de dente decíduo de indivíduos saudáveis. Tendo em vista que aquele CENTRO já dispõe de experiência no estabelecimento de células tronco a partir de vários tecidos (parede de cordão umbilical, sangue menstrual e músculo), a a porposta da entidade cientifica quanto ao tipo celular a ser produzido poderá ser modificado a depender da demanda da RNTC. O CENTRO trabalha com a introdução e prática no uso de tecnologia de células tronco pluripotentes induzidas (iPS).
O importante saber, que em relação aos estudos científicos em andamento no Brasil, temos:

Doenças Estudadas.

Doença
Teste Genético
Consulta e Aconselhamento Genético
Pesquisa

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Testes Especiais
Teste Genético Genético
Consulta e Aconselhamento Genético
Pesquisa

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·        -Teste oferecido como parte de um painel de deleções pela técnica de MLPA.
Conclusões.
Mudanças no número de cópias de seqüências cromossômicas estão implicadas na causa ou predisposição a uma série de doenças e síndromes. Tais mudanças incluem a presença de um cromossomo extranumerário na Síndrome de Down; deleção ou duplicação de um ou mais exons do gene DMD relacionado à distrofia de Duchenne ou Becker. A deleção ou duplicação de um ou mais exons no BRCA1, BRCA2, MLH1, ou MSH2, predispõem ao desenvolvimento de diversos tumores, mais freqüentemente os tumores de mama e colorretal. Diversas técnicas são usadas para a detecção no número de cópias de seqüências de cromossomos, incluindo, comparative genomic hybridisation (CGH), fluorescent in sit hydridisation (FISH), BAC arrays, ensaios de Southern blot ou de perda de heterozigosidade. A maioria destas técnicas não é capaz de detectar deleções ou duplicações de um único Exon. Os métodos convencionais para detecção de mutação são baseados na amplificação por PCR de Exon de DNA genômicos não detectam a maioria das duplicações e deleções nos casos onde há um alelo normal presente.  A Multiplex Ligation-dependent Probe Amplification (MLPA) é um método que detecta números de cópias aberrantes de mais de 45 seqüências específicas em uma única reação de PCR, utilizando um único par de primer. As reações de MLPA requerem 20ng de DNA cromossômico ou entre 10 e 120ng de RNA. As aplicações desta técnica incluem detecção de deleções ou duplicações de exons; detecção de trissomias; caracterização de aberrações cromossômicas em linhagens celulares e amostras tumorais; detecção de mutações e SNPs; análise de metilação de DNA e quantificação de mRNA. É um método desenvolvido na Europa (MRC-Holland, Holanda) e disseminado no continente, porém não tem aprovação do FDA (Food and Drug Administration) nos Estados Unidos e é pouco utilizado fora da Europa. Segundo os autores que desenvolveram a técnica, a MLPA tem como vantagens: uma reação fornece informação sobre 45 alvos, com uma pequena quantidade de DNA; a MLPA pode distinguir seqüências que diferem em apenas um único nucleotídeo; é sensível, pois necessita de apenas 20ng de DNA, e o resultado não é dependente da quantidade de DNA utilizado; a técnica pode ser utilizada para aplicações distintas, com diferença apenas no probe utilizado. No entanto, a técnica tem limitações: as reações são mais sensíveis aos contaminantes; o desenvolvimento dos probes é complexo e caro, e devem ser obtidos com a MRC-Holland, que dispõe de 120 kits, e novos kits podem ser solicitados; é um método que identifica deleções/duplicações genômicas, não é capaz de identificar mutações pontuais desconhecidas. Cada probe de MLPA consiste de um oligonucleotídeo sintético menor e um probe maior. O probe menor contém uma seqüência alvo específico ao final 3’ e uma seqüência de 19nt, idêntica ao primer marcado no final 5’. Para cada probe maior, uma seqüência específica de 25-43nt é clonada em um vetor., o que resulta em um probe entre 80 e 420nt. Este probe contém uma seqüência-alvo no final 5’, uma seqüência de 36nt que contém o complemento de primer não marcado no final 3’ e uma seqüência stuffer entre a seqüência 5’ e 3’. O DNA é denaturado e fragmentado por cinco minutos a 98º C. Os probes do MLPA são adicionados para hibridizar por 16 horas a 60º C em um termociclador. O tampão de diluição inclui a enzima ligase e a ligação continua por 15 minutos a 54º C. Após a inativação da ligase e da adição dos primers, dNTPs e a polimerase, a amplificação por PCR é iniciada. Um primer é identificado por fluorescência ou por isótopos. Os produtos da amplificação são detectados e quantificados por eletroforese. Cada probe de MLPA consiste em dois oligonucleotídeos que podem ser ligados a uma seqüência-alvo. Todos os probes têm seqüências idênticas no final 5’ e 3’, permitindo a amplificação simultânea em PCR com apenas um par de primer. Cada probe dá origem a um produto de amplificação com tamanho entre 130 e 480bp. Um dos dois oligonucleotídeos de cada probe é sintetizado quimicamente e tem uma seqüência comum usada para a amplificação no final 5’ e uma seqüência-alvo específica no final 3’. O outro probe tem uma seqüência de 25-43nt no final 5’ que é capaz de hibridizar com a seqüência-alvo imediatamente adjacente ao primeiro probe. A maioria das misturas de probes contém de 35 a 42 probes com tamanhos distintos entre os produtos de amplificação de 6 a 9bp. Os produtos de amplificação têm seqüências comuns apenas nas extremidades para prevenir a formação de heteroduplex durante as reações de amplificação. As partes hibridizadas dos probes são desenhadas para detectar seqüências presentes em uma única cópia do genoma. Entretanto, o sinal dos probes (pico de cada produto de amplificação) não é igual. Os fatores que influenciam no sinal dos probes dependem da quantidade de polimerase utilizada na PCR e a natureza do primeiro nucleotídeo após o primer marcado. Os picos gerados são exportados para um arquivo em Excel. A deleção de uma cópia da seqüência-alvo (autossomos) é, geralmente, aparente por uma redução do pico do produto de amplificação entre 35-55%. Um ganho de duas a três cópias ou um genoma diplóide, geralmente, será aparente com um aumento no pico entre 30 e 55%.
Exemplos de Aplicações da MLPA.
Foram preparados probes para MLPA para cada um dos exons do BRCA1. Amostras com deleção nos exons 13 ou 22 foram identificadas pela MLPA, resultando em redução de duas vezes no sinal dos probes. Também foram investigadas deleções dos genes MLH1 e MSH2: um probe para cada um dos 19 exons do MLH1 e 16 do MSH2 testou seis deleções de exons conhecidas, que foram identificadas pela MLPA. Também foi analisado DNA tumoral, e três tipos de probes de MLPA  foram construídos, cada um com 41 probes específicos para seqüências de DNA. As seqüências-alvo foram escolhidas a partir de regiões cromossômicas geralmente deletadas ou amplificadas em vários tumores. O DNA de uma amostra de linfoma de cada um dos probes para BCL-2. O sinal do probe na MLPA é completamente ausente se um oligonucleotídeo não anela a seqüência-alvo. A sensibilidade da ligase por um mismatch próximo ao local de ligação pode ser usado para distinguir seqüências com um único nucleotídeo, como SNPs e diversas mutações. Bunyan et al (2004) estudaram três coortes: uma com diagnóstico clínico de câncer colorretal hereditário sem polipose, uma câncer de mama-ovário hereditário e a terceira com polipose adenomatosa familiar. Na coorte de 122 pacientes com HNPCC e seqüenciamento inconclusivo foram identificados sete deleções em hMSH2. Na coorte com 136 pacientes com seqüenciamento de BRCA1 e BRCA2 inconclusivo, foram encontradas seis variações no número de cópias de BRCA1 e uma no BRCA2. Nos 24 pacientes com diagnóstico clínico de polipose adenomatosas familiares foram identificadas seis deleções(Bibliografia recomendada: SILVA. César Augusto Venâncio da Silva, http://pt.scribd.com/doc/93337264/CURSO-BIOLOGIA-QUIMICA-DA-CELULA-VIVA - Bunyan DJ, Eccles DM, Sillibourne J, Wilkins E, Thomas NS, Shea-Simonds J et al. Dosage analysis of câncer predisposition genes by multiplex ligation-dependent probe amplification. Br J Cancer 2004;91:1155-9. Schouten JP, McElgun CJ, Waaijer R, Zwijnenburg D, Diepvens F, Pals G. Relative quantification of 40 nucleic acid sequences by multiplex ligation-dependent probe amplification. Nucleic Ac Res 2002;30:e57.)

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