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quarta-feira, 15 de março de 2017

CURIOSIDADE CIENTIFICA II. CRANIOPLASTIA. Cranioplastia em termos gerais é definido como a reparação de um defeito ou deformidade do crânio que pode ser primário ou secundário.



CURIOSIDADE CIENTIFICA II.
CRANIOPLASTIA.
Cranioplastia em termos gerais é definido como a reparação de um defeito ou deformidade do crânio que pode ser primário ou secundário. Se o defeito ou deformidade for secundária, a cranioplastia pode ser realizada já no final da craniotomia (cirurgia no crânio), ou como uma nova neurocirurgia, após o evento que provocou o defeito ósseo craniano (nesta última há separação temporal). Há inúmeras causas ou eventos que promovem falhas ósseas do crânio como deformidades crânio - faciais, trauma, infecções, tumores e cirurgia prévia. O defeito ósseo do crânio é indesejável tanto para o efeito estético quanto para o risco de trauma direto na topografia da falha óssea. Além disso, a síndrome do trefinado, uma complicação reconhecida dependendo da craniectomia pode atrasar a recuperação clínica - neurológica e levar a um mau resultado na evolução do paciente. Sendo assim a falha óssea pode levar a profundas mudanças na dinâmica cerebral através dos seguintes mecanismos:
Impedimento do retorno venoso e, assim, alteração local de hemodinâmica cerebral
Efeito da pressão direta das cicatrizes, dura - máter, pele e o ambiente (pressão atmosférica) no córtex cerebral
Alterações locais na dinâmica liquórica
Na prática comum do neurocirurgião pode - se realizar a restauração da falha óssea dependendo do seu tamanho com o uso de retalho ósseo (enxerto) do:
Próprio indivíduo
Outro indivíduo da mesma espécie
Outras espécies  
Substitutos de osso fora do reino dos tecidos vivos como os metais (ouro, prata, titânio, platina, alumínio), plásticos e cimentos (hidroxiapatita)
Historicamente há fortes evidências que as primeiras cranioplastias foram realizadas pelos cirurgiões Incas no Peru há mais ou menos 3000 A.C. utilizando - se de metais preciosos e cabaças. Sempre que possível, a utilização do retalho ósseo (enxerto) do próprio indivíduo é preferível, embora isso, às vezes, seja inviável devido a sua quantidade insuficiente ou mesmo a sua pouca maleabilidade para se moldar na falha óssea do crânio a ser corrigida. Destacamos que houve um grande impulso no uso de enxertos e modernização da técnica de cranioplastia no início do século XX, conseqüente aos estragos da Segunda Guerra Mundial que, resultaram em uma série de grandes defeitos cranianos nos indivíduos sobreviventes aos campos de batalha. Assim ao longo dos tempos umas enormes variedades de materiais foram sendo empregados para a reparação dos defeitos cranianos. O material substituto ideal deve ser forte, leve, maleável, não-condutivo termicamente, esterilizável, seguro, inerte, radio transparente, não magnético, esteticamente agradável, prontamente disponível e barato. O metilmetacrilato descoberto em 1939 e amplamente estudado na década de 1940 possui uma série de qualidades desejáveis como as descritas acima, se aproximando do material ideal e, até hoje, o acrílico é o material mais empregado, apresentando resistência e força medianas, produzindo reações tissulares aceitáveis, com capacidade de aderir firmemente ao osso, não termo condutor, de fácil obtenção e baixo custo. A reconstrução da falha óssea pode ser realizada através da prototipagem que é o método de reprodução de seguimentos corporais a partir da imagem adquirida por exames radiológicos como a tomografia computadorizada de crânio (TC) com cortes finos (1mm) e reconstrução tridimensional - 3D e/ou a ressonância magnética de crânio (RMN). Existem várias formas de prototipagem empregadas para criação de biomodelos (replicação da morfologia de uma estrutura biológica em substância sólida) e, dentre eles, o de estereolitografia é o mais utilizado atualmente. Tem sido amplamente utilizada na área médica para construção de moldes que facilitam a simulação e programação cirúrgica, assim como criar próteses definitivas que permitem a reconstrução do crânio evidenciando as reais proporções da falha óssea. Possibilita ainda a construção da prótese reparadora com diferentes materiais como: metilmetacrilato, titânio (malhas) e hidroxiapatita (entre outros). As vantagens apresentadas por este método para auxiliar a realização de cranioplastia apontadas na literatura são: redução do tempo cirúrgico, facilitação técnica com conseqüente diminuição da taxa de infecção e melhor resultado estético. Além disto, não poderíamos deixar de enfatizar que a simulação do procedimento neurocirúrgico com a prótese pré - moldada, durante a consulta pré - operatória, permite ao paciente melhor entendimento de sua patologia e do procedimento a ser realizado. A seguir abaixo apresentamos modelos de crânio - cranioplastia prototipada (molde da prótese pré - confeccionada):
http://www.neurocranioecoluna.com.br/images/cranioplastia/img_cranio1.png
Figura 1. Visão do crânio
http://www.neurocranioecoluna.com.br/images/cranioplastia/img_cranio2.png
Figura 2. Prótese fixada à falha óssea recobrindo o leito receptor da região frontal com incidência frontal
http://www.neurocranioecoluna.com.br/images/cranioplastia/img_cranio3.png
Figura 3. Prótese fixada à falha óssea recobrindo o leito receptor da região frontal com incidência em perfil

Apresentamos também imagens de tomografia computadorizada de crânio (T.C.) com reconstrução tridimensional - 3D, demonstrando tanto a falha óssea da região fronto - têmporo - parieto - occipital direita quanto a prótese fixada à falha óssea recobrindo o leito receptor com incidências frontal e lateral (Figuras 4 e 5).
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·        Figura 4. Incidência frontal
·        http://www.neurocranioecoluna.com.br/images/cranioplastia/img_cranio5b.png
·        Figura 5. Incidência lateral
CURIOSIDADE CIENTIFICA II.
DEFICIENTES FÍSICOS x TRANSPLANTE DE OSSOS HUMANOS.
O Transplante de ossos e tecidos é um procedimento relativamente novo. O Transplante Ósseo começou a ser realizado durante a Segunda Guerra Mundial, quando não existia alternativa de tratamento para os soldados gravemente feridos. No Brasil, o transplante ósseo começou a ser realizado durante a década de 70 na ortopedia médica e, no inicio do século 21 passou a ser realizado pela Odontologia brasileira, com a finalidade de implante dentário. Assim como existem bancos de sangue, também existem os bancos de ossos e tecidos, tendo em vista que eles podem ser armazenados para serem aproveitados posteriormente, diferentemente do que acontecem com órgãos vitais como coração, rins, pulmão entre outros. O Ministério da Saúde é o órgão responsável pela regulamentação dos bancos de ossos instalados no país e, para garantir a confiabilidade dos transplantes ósseos realizados, o Ministério da Saúde, juntamente com o Sistema Nacional de Transplantes são responsáveis pelo cadastro e credenciamento dos bancos de ossos. A grande maioria dos bancos de ossos do país segue as orientações da American Association of Tissue Banks (AATB), órgão que regulamenta os processos para a obtenção, processamento e esterilização dos enxertos ósseos (Bruna Oliveira, ABOMI). Apesar da doação de ossos e tecidos ser desconhecida de grande parte da população brasileira, existe uma demanda muito grande pela doação de tecidos músculos-esqueléticos (tendões, ligamentos, músculos e, é claro ossos). O que acontece é que em grande parte dos hospitais, ainda não se tem profissionais aptos a explicar como é o procedimento de retirada dos ossos, prejudicando o processo de captação (Bibliomed, 25 de junho de 2003).
Nos últimos anos, o país vem apresentando desenvolvimento crescente no setor transplante. No ano de 2005, foram realizados 15.527 transplantes de órgãos e tecidos. Esse número é 18,3% maior que em 2003, quando ocorreram 13.131 procedimentos, e 36,6% maior em relação a 2002, com 11.365 procedimentos de transplantes. Este crescimento é conseqüência da conscientização da população brasileira, da atuação competente de equipes e instituições autorizadas pelo Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde e da regulação do SNT fundamentada na legislação vigente.
http://dtr2001.saude.gov.br/transplantes/Images/brasil.gif
Entre em contato com as 24 CNCDO's do país.
A política nacional de transplantes de órgãos e tecidos está fundamentada na Legislação (Lei Federal nº 9.434/97 e Lei Federal nº 10.211/01), tendo como diretrizes a gratuidade da doação, a beneficência em relação aos receptores e não maleficência em relação aos doadores vivos. Estabelece também garantias e direitos aos pacientes que necessitam destes procedimentos e regula toda a rede assistencial através de autorizações e reautorizações de funcionamento de equipes e instituições. Toda a política de transplante está em sintonia com a Lei Federal nº 8.080/90 e Lei Federal nº 8.142/90, que regem o funcionamento do SUS. LEGISLAÇÃO NOS ANEXO. V. ANEXOS ICONOGRÁFICOS DAS FASES DE UM TRANSPLANTE DE OSSO. QUE PODER TRAZER A MOBILIDADE DO SUJEITO.


MEMBROS INFERIORES.
O membro inferior é formado por cintura pélvica, coxa, perna e . É formada por 30 ossos em cada lado. Os membros inferiores são mais fortes e resistentes que os superiores pois eles fazem o processo de locomoção,sustentação do corpo e postura. Desses 30 ossos que formam o membro inferior 26 ficam no pé,que são subdivididos em tarsos[07],metatarsos[05] e falanges[14]. A pelve (palavra de origem no lat. pelvis = bacia, tigela) encontra-se na cintura pélvica dos Tetrapoda. É composta por uma série de ossos longos (em anfíbios, répteis e aves) ou chatos (em mamíferos), quase sempre apresentando os seguintes componentes: sacro, ílio, ísquio e púbis. É nesta estrutura que se inserem os membros inferiores e se apoiam uma série de músculos ligados ao seu movimento. Nos seres humanos a pelve é a região de transição entre o tronco e os membros inferiores. O períneo, na anatomia humana, é geralmente definido como a região superficial entre a sínfise púbica e o cóccix, tanto em homens quanto em mulheres. A pelve óssea (esqueleto da pelve) possui grande resistência e é formada pelos ossos: Osso do quadril - formado pela fusão do ílio, ísquio e púbis; Sacro; Cóccix.  Nos seres humanos, a pelve (ou popularmente chamada de bacia) contém os principais componentes abdominais: a bexiga, partes terminais dos ureteres, órgãos genitais, pélvicos, reto, vasos sangüíneos, vasos linfáticos e nervos. Nas mulheres, também aloja ovários e útero. Para acomodar um feto no final da gestação, a pelve feminina é mais larga do que nos homens, uma característica útil para a determinação do sexo em ossadas e fósseis humanos. Existem quatro tipos de forma da abertura superior da pelve humana: Ginecóide: arredondada, mais favorável ao parto. É a mais comum entre as mulheres; Andróide: possui forma de coração. É a mais comum entre os homens; Antropóide: possui forma alongada; Platipelóide: possui forma achatada. A cavidade pélvica é dividida em pelve maior (pelve falsa) e pelve menor (pelve verdadeira).

Esqueleto Apendicular - Membros Inferiores -  Cintura Pélvica.


Da mesma forma que a cintura escapular é a junção entre membros superiores, e tronco, a cintura pélvica é a junção entre membros inferiores e tronco. Preste atenção, quando falamos em osso do quadril estamos nos referindo ao ílio, ísquio e púbis, a pelve é a junção do osso do quadril direito com o osso do quadril esquerdo, articulados anteriormente com o púbis e posteriormente com o sacro. O sacro participa aqui da pelve, porém ele é um osso do esqueleto axial, lembre - se que o mesmo faz parte da coluna vertebral... Não confunda! Conhecer tais conceitos enquanto educador é importante para fornecer ao aprendente/aprendiz e mediador/professor, uma base anatômica da lesão que leva a DEFICIÊNCIA FÍSICA. Creio ser relevante.
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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/29/Illu_pelvic_girdle.jpg/300px-Illu_pelvic_girdle.jpg
Ossos que compõem a pelve humana.
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Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
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Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
MEMBROS SUPERIORES.
Anatomia humana é um campo especial dentro da anatomia. Ele estuda grandes estruturas e sistemas do corpo humano, deixando o estudo de tecidos para a histologia e das células para a citologia. O corpo humano, como no corpo de todos os animais, consiste de sistemas, que são formados de órgãos, que são constituídos de tecidos, que por sua vez são formados de células. Os princípios de pesquisa podem ser a anatomia descritiva, quando analisa-se e descreve-se os órgãos baseado nos tecidos biológicos que o compõem ou pode ainda ser adotado o critério da anatomia topográfica, quando analisa-se e descreve-se os órgãos com base em sua localização no corpo (região corporal). É através da dissecação (ou dissecção) e de outras técnicas adjacentes que se consegue visualizar, analisar e estudar cada parte do corpo humano. Veja o artigo história da anatomia para detalhes a respeito do desenvolvimento desta área, incluindo a anatomia humana. 
Ficheiro:Encyclopédie de Diderot, plate 1-143.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b8/Human_anatomy.jpg/250px-Human_anatomy.jpg
Características anatômicas básicas de seres humanos do sexo masculino e feminino (legendas em inglês).
Os membros superiores na anatomia humana são formados pela cintura escapular ou ombro, braço, antebraço,pulso e mão. Cintura escapular: formada por dois ossos: a clavícula, que torna possível aproximar e afastar os braços do corpo, e a escápula, que fica na parte de trás do ombro.  Braço: Primeiro segmento móvel do membro superior, é formado por um osso único chamado úmero,que é um osso do membro superior. Antebraço: Segundo segmento móvel do membro superior, é formado por dois ossos: o Rádio e a Ulna. Quando a palma da mão està voltada para frente, o rádio situa-se lateralmente e a ulna medialmente. Mão: Divide-se em três grupos de ossos: Carpo,que é formado por oito pequenos ossos, metacarpo que é formado por cinco ossos iguais que constituem o esqueleto da palma da mão e falanges são os três ossinhos dos dedos: falange proximal, média e distal. O polegar apresenta apenas duas falanges.As Falanges que fazem os dedos se moverem pra lá e pra cá.
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Essa região refere – se a junção entre os membros superiores e o tronco, ou esqueleto apendicular e axial. Constituído pela escápula e pela clavícula, a primeira encontra – se a parte dorsal do tórax, envolta por musculatura que impede o contato direto com o gradil costal, enquanto que a clavícula se encontra na parte ventral do tórax, superior ao gradil costal.
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Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

Clavícula.
Osso longo, que se estende da borda superior do manúbrio esternal ao acrômio da escápula, ligando dessa forma o tronco ao membro superior indiretamente através da escápula. Seus dois terços mediais são convexos anteriormente; seu terço lateral é côncavo; sua extremidade acromial é achatada; sua extremidade esternal é levemente arredondada; possui uma face rugosa voltada inferiormente e sua face lisa esta voltada superiormente.

Escápula

Ligada ao osso esterno pela clavícula, articula – se com o úmero pela cavidade glenóide e está situada na parede póstero – superior do tórax. Para observar sua posição anatômica, observe que sua face côncava (fossa subescapular), é anterior; sua espinha é posterior; o acrômio e a cavidade glenóide são laterais. Possui ainda bordas superior, medial e lateral e ângulos superior, inferior, lateral e acromial.
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Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana, 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBQ03S7Y6J6czTWBTXAWr7X10y1y1-rIsHx95QPAr4yw7UTvVLFvntLq1YE2yoHLlkkCObG4F6wQ3c7y1ljQRiozYthzhMwimo1bK1AxsMsAPis_YMrIJ-c-gGRupw0NNCEL0OazouGCut/s400/clavicula.bmp

Osso do braço.
Úmero.

Osso longo, articula – se superiormente com a cavidade glenóide da escápula, e inferior ou distalmente, com o rádio lateralmente; e com a ulna medialmente. Para e obter a posição anatômica quando o osso esta desarticulado, preste atenção na cabeça, deve estar superior com a face articular voltada medialmente, com os tubérculos anteriores separados pelo sulco intertubercular.
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Ossos do Antebraço
Rádio.
Também osso longo, encontrado lateralmente no antebraço, articula – se proximalmente pela concavidade da cabeça do rádio, com o capítulo do úmero, a circunferência articular da cabeça do rádio articula – se com a incisura radial da ulna. Distalmente articula – se com os ossos do carpo por meio da face articular do carpo e com a ulna por incisura ulnar. Sua extremidade maior é colocada distalmente, com sua face côncava e lisa voltada anteriormente e o processo estilóide distal e lateral. A tuberosidade radial deve ser colocada medialmente.

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Ulna.
Osso localizado medialmente no antebraço, proximalmente, articula – se com a tróclea, do úmero pela estrutura denominada incisura troclear. Ainda proximalmente, articula – se com o rádio, por meio da incisura radial, na qual gira a circunferência da cabeça do rádio (movimentos de pronação e supinação). Distalmente, a face inferior da cabeça da ulna articula – se com o disco articular, que a separa dos ossos do carpo. A porção lateral da cabeça (circunferência articular da cabeça) articula-se com a incisura ulna do rádio (movimentos de pronação e supinação). Par achar sua posição anatômica coloca – se a grande incisura voltada anteriormente e a borda interóssea cortando o osso lateralmente. O processo estilóide é posicionado distal e medialmente.
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